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Estado de Minas PANDEMIA

Uberlândia abre cadastro para vacinação de pessoas de 50 a 59 anos

Não há ainda data definida para início da vacinação contra COVID-19 do novo grupo, que depende da chegada de imunizantes


10/06/2021 20:42 - atualizado 10/06/2021 20:48

Atualmente, pessoas com menos de 60 anos só podem se vacinar em Uberlândia se tiverem comorbidades(foto: Araípedes Luz/Secretaria de Governo e Comunicação/PMU)
Atualmente, pessoas com menos de 60 anos só podem se vacinar em Uberlândia se tiverem comorbidades (foto: Araípedes Luz/Secretaria de Governo e Comunicação/PMU)
Foi aberto o cadastro para vacinação contra o coronavírus de pessoas sem comorbidades com idades entre 50 a 59 anos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Até então, na população com menos de 60 anos, apenas quem tinha algum problema de saúde poderia receber doses de imunzantes do tipo na cidade.

Não há ainda data definida para início da vacinação do novo grupo.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o cadastramento visa a organização para aplicação das doses, assim que disponíveis. A inscrição deve ser feita pelo Portal da Prefeitura.

A convocação deste público será realizada em breve, a depender da disponibilidade de novas doses voltadas especificamente a esta faixa etária. A secretaria ressaltou que as pessoas, quando convocadas, deverão levar em mãos documento original de identificação com foto.

Nesta semana, a cidade abriu a imunização de outro grupo novo, o de profissionais da educação, depois de receber 15.220 unidades do laboratório AstraZeneca.

Até agora, foram inoculadas 258.655 doses de imunizantes em Uberlândia, sendo 176.602 em primeira aplicação e 82.053 em segunda aplicação.

O grupo dos idosos é o maior até aqui, seguido das pessoas com comorbidades e, em terceiro lugar, profissionais da saúde.

Nesta quinta-feira (10/6), a estimativa era vacinar 280 trabalhadores do transporte aéreo e 4,7 mil pessoas com comorbidades ou com deficiência permanente acima de 18 anos.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas

[VIDEO4]

 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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