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Estado de Minas PANDEMIA

BH: Kalil convoca coletiva e pode anunciar novas medidas

Comitê de Combate à COVID-19 está reunido nesta tarde; amanhã, se completam 14 dias da reabertura das atividades, período de infecção do coronavírus


05/05/2021 16:15 - atualizado 05/05/2021 17:23

Apesar da queda dos indicadores, os números continuam no patamar de risco em BH(foto: Leandro Couri/EM/DA Press )
Apesar da queda dos indicadores, os números continuam no patamar de risco em BH (foto: Leandro Couri/EM/DA Press )
O prefeito Alexandre Kalil (PSD) e integrantes do Comitê de Combate à COVID-19 concederão entrevista coletiva na Prefeitura de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (6/5), às 10h30, sobre a situação da pandemia na cidade.

A capital mineira teve queda em todos os indicadores da pandemia da COVID-19 pelo segundo dia em sequência, em último boletim divulgado, nessa terça-feira (4/5). Os números aumentam a expectativa para o relaxamento das medidas restritivas. 

Apesar da queda, todas as estatísticas continuam no patamar de risco. De acordo com o último levantamento da prefeitura, a transmissão do coronavírus caiu de 0,98 para 0,96. Portanto, o parâmetro permanece na zona de alerta, abaixo de 1. No estágio atual, 96 pessoas são infectadas, em média, a cada 100 pessoas com COVID-19 na capital mineira.

Ocupação de leitos


As taxas de ocupação dos leitos de UTI e enfermaria também caíram em BH. No caso da terapia intensiva, o índice saiu de 77% para 76,4%. Foi a nona queda consecutiva do dado. Continua, porém, no estágio crítico, acima dos 70%. Já o percentual de uso das enfermarias caiu de 56,2% para 55,2%, ainda em fase de alerta, a intermediária, entre 50% e 70%. Esse quadro persiste há 16 balanços, desde 12 de abril.

Ainda não é possível contabilizar o impacto da última reabertura do comércio na capital mineira. Isso só vai ocorrer a partir desta quinta-feira (6/5), quando se completam 14 dias do decreto em vigor – período de infecção do coronavírus.

Casos e mortes


A prefeitura registrou 45 mortes no último balanço. O número de casos é de 180.976 – sendo 1.437 registrados em um dia. BH soma 7.056 pessoas em acompanhamento e 169.513 recuperadas da doença. (Com Gabriel Ronan)

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas


 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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