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Estado de Minas PANDEMIA

Menos da metade das crianças convocadas foram vacinadas em BH

Mais de 26 mil crianças foram chamadas pela prefeitura. Porém, apenas cerca de 12.400 foram aos postos


26/01/2022 17:50 - atualizado 26/01/2022 18:30

Seringa
O prefeito frisou que considera uma crueldade que os pais, já vacinados, não levem os filhos para a vacinação (foto: Leandro Couri/EM/DA Press)
Menos da metade do público infantil convocado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) foi vacinado na capital mineira. Essa é a informação divulgada pela administração nesta quarta-feira (26/1), após o prefeito, Alexandre Kalil, anunciar que vai adiar em uma semana o início das aulas presenciais para as crianças entre 5 e 11 anos.

O levantamento divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde considera crianças de 11 a 5 anos com comorbidades, deficiência permanente, indígenas ou quilombolas e acamadas ou com mobilidade reduzida, além de crianças de 11 anos sem comorbidades nascidas de janeiro a junho de 2010.

Sendo assim, integram esse grupo cerca de 26.500 mil crianças e foram vacinadas aproximadamente 12.400, de acordo com o último dado do município. Ou seja, 46,7% dos pais levou os filhos para a vacinação.

Hoje, a PBH aplicou a  primeira dose em crianças sem comorbidade de 10 anos, completos até a data da vacinação. Portanto, o número desta quarta e o de crianças de 11 anos sem comorbidades nascidas entre julho e dezembro de 2010, tmbém já chamadas,  ainda não foi incluído no levantamento. 

O prefeito ainda disse que as crianças estão adoecendo. "Minha neta está com COVID. Graças a Deus, está assintomática. Infelizmente, ela ainda não tem idade para se vacinar. Levem seus filhos para se vacinar. É cruel que um pai e uma mãe que se protegeram não vacinem seus filhos", afirmou.

Kalil frisou que considera uma crueldade que os pais, já vacinados, não levem os filhos para a vacinação. “As nossas crianças não estão todas protegidas, nem vacinadas. Não podemos nos expor a idiotas negacionistas. O que estamos pedindo é a proteção dos filhos, dessas crianças”.

O o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, enfatizou que a imunização é a medida mais eficaz no combate à doença.

 “Gostaria de reforçar a ideia de que as vacinas são absolutamente seguras e a eficácia já é comprovada na redução da necessidade de hospitalização, tanto em leitos de enfermaria quanto de UTI”, explicou.

Volta às aulas


O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, anunciou que vai adiar em uma semana o início das aulas presenciais para as crianças entre 5 e 11 anos. A decisão vale para a rede pública e privada da capital.

O retorno, que estava programado para 3 de fevereiro, foi postergado para o dia 14.  “Por que 14? Porque temos que dar a chance, temos o dever de dar a proteção das crianças que devem ser protegidas”, afirmou, ao pedir para que os pais e responsáveis vacinem as crianças.

As atividades escolares para alunos acima de 12 anos e menores de 4 anos estão autorizadas em Belo Horizonte, antes do dia 14, na data programada.

Vale ressaltar que as instituições do governo do estado ou federais têm autonomia para voltar nas datas já previstas. 
 

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