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Estado de Minas PANDEMIA

CTI's da rede privada de Divinópolis operam com mais de 100% de ocupação

Hospital de Campanha tem apenas mais dois leitos disponíveis; nível assistencial é classificado como 'desfavorável'


03/06/2021 21:59 - atualizado 03/06/2021 22:02

O hospital de campanha funciona na UPA de Divinópolis(foto: Divulgação/Prefeitura de Divinópolis)
O hospital de campanha funciona na UPA de Divinópolis (foto: Divulgação/Prefeitura de Divinópolis)
A taxa de ocupação do Centro de Terapia Intensiva (CTI – adulto) da rede pública e privada atingiu índices superiores a 90%, nesta quinta-feira (3/6), em Divinópolis, Região Centro-Oeste de Minas Gerais. A ocupação é referente aos leitos destinados exclusivamente para pacientes diagnosticados com COVID-19.

No Hospital de Campanha, que funciona junto com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), havia apenas dois leitos disponíveis para tratamento de pacientes com a COVID-19 até o início da noite desta quinta. O número de internações é um dos maiores desde o pico da segunda onda da doença. 

Das 30 vagas, 28 estão ocupadas. Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). Na enfermaria, a situação não é diferente. Há apenas três vagas, ou seja, 29 dos 32 estão com pacientes.

A área de atendimento do Sistema Único de Saúde do Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD) está com apenas um leito vago entre os 20 no CTI Adulto, representando 95% do total. Na enfermaria, a ocupação é de 66,67%, com 20 dos 30 leitos destinados para a doença ocupados.

Na rede privada o cenário é ainda pior. O Hospital São Judas Tadeu opera com um leito extra no CTI adulto, o que corresponde a 116,67% de ocupação. O Santa Mônica e a área suplementar do CSSJD estão com 100% de lotação e o Santa Lúcia com 87,50%. 

Índices gerais

A atual taxa de ocupação dos leitos de UTI da cidade, entre públicos e privados, é de 89,09%, com 98 pacientes. Na enfermaria, o índice é 63,53%, com 108 pessoas internadas.

Ao todo, 206 ocupam leitos de UTI e enfermaria destinados para pacientes com sintomas de COVID-19 em todos os hospitais da cidade. Isso representa 73,31% da capacidade total, que é de 281 leitos.
 


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas

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Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 

Onda vermelha

Divinópolis é referência para outros 52 municípios da macrorregião Oeste, que teve os cenários epidemiológico e assistencial classificados como “desfavoráveis” pelo programa Minas Consciente. 

Mesmo com indicadores preocupantes, a região continua na onda vermelha, porém terá que adotar novas restrições a partir de domingo (6/6) conforme diretrizes do plano estadual.

O Comitê de Enfrentamento à COVID-19 irá se reunir nesta sexta-feira (4/6) para definir quais medidas serão adotadas a partir desta classificação.

Menos 430 vidas

Polo regional e com cerca de 230 mil habitantes, Divinópolis contabiliza 69.016 notificações. Das 13.477 pessoas que foram diagnosticadas com o novo coronavírus, 430 perderam a vida em decorrência da doença.

*Amanda Quintiliano especial para o EM
 


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

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  • Síndrome respiratória aguda severa
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