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Estado de Minas SITUAÇÃO CRÍTICA

COVID: Hospital de campanha de Divinópolis atinge 300% de ocupação

Os 165 pacientes da macrorregião Oeste aguardavam vagas em UTIs e enfermarias até o início da tarde desta quarta-feira (24/3)


24/03/2021 18:44 - atualizado 24/03/2021 23:21

O hospital de campanha funciona junto com a UPA(foto: Amanda Quintiliano)
O hospital de campanha funciona junto com a UPA (foto: Amanda Quintiliano)

O hospital de campanha de Divinópolis, Região Centro-Oeste de Minas Gerais, atingiu o pior índice de ocupação desde o início da pandemia do novo coronavírus. Com a instalação de leitos extras, a unidade que recebe pacientes de outros 52 municípios bateu 300% de ocupação na enfermaria no início da tarde desta quarta-feira (24/3).

 

Para evitar a desassistência foram instalados novos 24 leitos clínicos, passando de 12 para 36. Antes, ocupados geralmente por pessoas de outros municípios, 97% dos pacientes eram de Divinópolis. O hospital de campanha funciona junto com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

 

No Centro de Terapia Intensiva (CTI - adulto), que tem capacidade para 25 pacientes, foram colocados dois leitos extras. Dos 27 pacientes, 24 são da própria cidade. A taxa de ocupação atingiu 108%.

 

O números acima de 100% de ocupação ocorrem quando pacientes que deveriam estar nas UTIs, por exemplo, são internados em outros espaços dos hospitais.

 

A enfermaria infantil está com ocupação de 37,5%, com três dos oito leitos ocupados. Dois são de Nova Serrana e um de Itaguara.

 

Na área de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) do Complexo de Saúde São João de Deus a situação também é crítica. O CTI adulto tem apenas um vaga disponível, 19 dos 20 leitos estavam ocupados até o início da tarde.

Na enfermaria adulta a ocupação é de 70%, com 25 dos 36 leitos ocupados. O CTI infantil, com 10 vagas, estava com três crianças.  

 

Fila de espera

 

Com os hospitais da macrorregião operando no limite, a fila de espera por leitos também aumentou, chegando a 165. Pelo menos 73 pacientes dos 53 municípios que integram a regional aguardavam por uma vaga na UTI até o início da tarde desta quarta-feira (24/3). Outras 92 pessoas esperavam leitos de enfermaria.

 

 

A diretora de Urgência e Emergência, Cristiane Silva Joaquim, tratou a situação como “extrema”. "É fundamental que a população entenda a gravidade da situação que a pandemia está causando em Divinópolis e toda região, tanto na rede hospitalar pública quanto na privada, a situação é extrema”, declarou. Ela ainda alertou para a desassistência.

 

“A falta de leitos significa risco de morte para quem precisar de atendimento com urgência. Somente o isolamento social e o respeito a todas as medidas preventivas poderá auxiliar para que a região saia desta situação", destacou.

 

A rede suplementar de Divinópolis estava até a tarde desta quarta-feira (24/3) com 93,8% dos leitos de UTI ocupados. Dos 64 disponíveis, 60 tinham pacientes internados.  Na enfermaria, 75 ocupavam um dos 95 leitos para tratamento contra a COVID-19.

 

Seis mortes

 

Em 24 horas, quatro homens, de 55, 58, 74 e 97 anos, e duas mulheres, de 44 e 102 anos, morreram em decorrência da doença em Divinópolis. Outros dois óbitos estão em investigação. Já são 8.260 casos confirmados e 7.078 recuperados.

 

*Amanda Quintiliano especial para o EM

 

O que é o coronavírus


Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.
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Como a COVID-19 é transmitida? 

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

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Como se prevenir?

A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a COVID-19.
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Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
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Em casos graves, as vítimas apresentam:

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal
Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus. 

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Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.

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