DA ITÁLIA À AMAZÔNIA

Conheça restaurantes para todos os gostos no Rio de Janeiro

Roteiro na cidade carioca com 12 endereços convida para uma volta ao mundo à mesa

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Rio de Janeiro – O trio croissant, biscoito de polvilho ao curry e focaccia crisp ao azeite com blend criado por Claude Troisgros (e guardado a sete chaves) já dá pistas de que, naquela mesa, a culinária francesa irá reinar, mas não de forma absoluta. Há um quê de produtos locais em cena, um arranjo que vive dando certo na cozinha do chef há mais de 30 anos em solo carioca. O novo restaurante dele, Madame Olympe, que abriu em novembro, no Leblon, faz uma homenagem à sua mãe, Olympe Troisgros.

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O endereço é uma das apostas da cidade (que recebe novamente a cerimônia do Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo, marcada para 13 de abril, no hotel Copacabana Palace) para fisgar o turista pela boca. Nesta edição especial, você encontra uma curadoria de 12 restaurantes cariocas que promovem uma volta ao mundo à mesa. É para quem viaja em busca de comer bem, além de curtir tudo o que a vitrine do Brasil tem a oferecer. O feriado de Semana Santa, inclusive, está próximo. Boa leitura!

Francês

Dose tripla

Madame Olympe: casquinha de dashi com cogumelos e algas, molho de missô e wasabi e homus de grão-de-bico
Madame Olympe: casquinha de dashi com cogumelos e algas, molho de missô e wasabi e homus de grão-de-bico Tomás Rangel/Divulgação

O menu degustação do Madame Olympe é uma parceria França-Brasil, já que Claude assina com Jéssica Trindade, sua subchef no vizinho Chez Claude. A dupla impressiona de cara com cavaquinha, siri, ova e gochugaru (pimenta vermelha em pó coreana). Em seguida, casquinha de dashi com cogumelos e algas, molho de missô e wasabi e homus de grão-de-bico.

Também aparecem na sequência atual vieira na brasa, folhas de azedinha, molho beurre blanc e rabanete negro e ravióli com abóbora, pupunha, tempurá e azeite. Para limpar o paladar, sorvete de beterraba com queijo azul do bosque e espumante brut. Peixe do dia com castanha de caju, escama de banana e salicórnia e filé-mignon com couve de Bruxelas e arroz pérola completam o banquete.

Segundo o chef, a nova casa não tem intenção de ser igual ao seu famoso e premiado restaurante Olympe, fechado na pandemia. “A ideia é oferecer uma gastronomia mais atual, leve, criativa e acessível a um público maior.” O menu de oito etapas sai por R$ 540 (+ R$ 420 com harmonização), mas tem também a versão reduzida, com quatro pratos, por R$ 440.

Da experiência completa, além dos sabores, chamam a atenção a cozinha logo na entrada, a playlist mesclando músicas francesas e brasileiras (do celular do chef), a coleção de cerâmicas delicadíssimas e o salão moderno e acolhedor, com um belo projeto de Ricardo Hachiya e Luiza Fernandes Arquitetos, com uma luminária cenográfica, ideia da Lighting Design Studio.

Lado italiano

De um dos mais célebres clãs da gastronomia francesa, o chef tem também profundas raízes italianas. Sua avó materna, Anna Forte, é da Itália e migrou para a França durante a Segunda Guerra Mundial. “Minha avó educou a gente em Roanne. Depois que meus pais se casaram e pegaram o restaurante da família, trabalhavam muito. Passavam o tempo inteiro, basicamente, atendendo clientes no almoço e no jantar.”

Um pouco dessas memórias gastronômicas podem ser conferidas na Cantina do Claude. O francês transformou a área externa onde funcionava o Bar do Claude, anexo ao Chez Claude, em um sucesso à italiana. “Sim, eu sou franco-italiano-brasileiro!”

Com mesas cobertas por toalhas xadrez vermelha, o pequenino endereço tem como atrativo um tentador menu de preços convidativos. Destacam-se, entre as entradas, arancini com queijo de cabra (R$ 34) e polenta cremosa de milho vermelho com gema de ovo ao centro e queijo pecorino (R$ 38).

Os pratos principais são ainda melhores. Merece destaque o maccheroni (massa curta em formato tubular) ao molho cacio e pepe (R$ 62). Aqui, o molho originário de Roma preparado com queijo pecorino ralado e pimenta-do-reino moída na hora vem incrementado com ervilha (que os cariocas adoram grafar no cardápio como petit pois) e um ousado toque de gim, perceptível no sabor.

O mais autoral

O Chez Claude apresenta detalhes interessantes, a começar pela cozinha totalmente aberta no centro da sala, que permite acompanhar de perto o preparo dos pratos.

Ali, a proposta gastronômica é baseada na culinária francesa, embora incorpore elementos e ingredientes brasileiros. Os pratos do menu clássico são servidos em panelas para compartilhar, proporcionando a sensação de estar em casa.

Do cardápio, que muda conforme as estações do ano, destacam-se receitas como a codorna recheada com farofa de ervas, confit de acelga e molho de uva (R$ 148). Para finalizar a experiência, a sobremesa Gâteau de Chocolate Carola (R$ 48), um bolo derretido de chocolate ao leite com chantili de requeijão, é uma ótima opção e impressiona pela textura.

Fica só faltando mesmo Minas Gerais, Claude!

Serviço

Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
(21) 99483-0075


Brasileiro


Celebração ancestral

Mini acarajés com vatapá de camarão, creme de castanha de cajú defumada e vinagrete de tomate verde do Rudä
Mini acarajés com vatapá de camarão, creme de castanha de cajú defumada e vinagrete de tomate verde do Rudä Rodrigo Azevedo/Divulgação

Danilo Parah é o chef da vez do Rio, defendendo o que ele chama de “culinária brasileira afetiva”. Isso significa que, nesta casa de estilo bistrô contemporâneo, que está entre as indicações do Guia Michelin, a gastronomia brasileira é o prato principal. Uma celebração que tem como DNA a cozinha ancestral. “Como um homem preto, celebro essa herança em tudo que faço.”

O Rudä é o endereço dos ingredientes brasileiros, mas que não necessariamente pode ser enquadrado na caixinha “comida regional”. Do mar, vem o Polvo com Jambu (R$ 139), que se forma com a massa do dia envolta em molho de moqueca, jambu, polvo grelhado e ricota artesanal e remete ao Norte do país. Outro hit é o Camarão na Moranga (R$ 139), com os crustáceos grelhados, arroz meloso de abóbora e texturas do mesmo vegetal.

Minas Gerais está presente na Torta de Queijo (R$ 42), sobremesa com creme de queijo assado, tuile de amêndoas, picles e calda de goiaba, compota de morango e sorvete de leite cru. Sabores que não saem de moda.

Serviço

Rua Garcia D'Ávila, 118, Ipanema
(21) 98385-7051

Árabe

Todas as línguas

Amir: costeletas de cordeiro com homus e arroz com lentilha e cebola frita
Amir: costeletas de cordeiro com homus e arroz com lentilha e cebola frita Tomás Rangel/Divulgação

Quibe, homus, babaganoush e coalhada seca são apenas a “ponta do iceberg” da casa inaugurada em 1997 em frente à Praça do Lido, onde começou como uma delicatessen de produtos importados.

O Amir é um dos restaurantes árabes mais tradicionais do Rio, tocado por uma família de libaneses liderada por mulheres, com pastas, salgados e doces árabes tradicionais, além de algumas receitas com toque inovador, como o croquete de cordeiro com molho de iogurte e hortelã (R$ 38, oito unidades). Fazem bastante sucesso as mesas na calçada, pertinho da praia, ideal para curtir o entardecer.

Destaque para as costeletas de cordeiro com homus e arroz com lentilha e cebola frita (R$ 169 para duas pessoas), o shawarma (R$ 92), suculentas carnes de cordeiro e bovina marinadas por 48 horas, assadas num espeto giratório e servidas com homus e arroz marroquino, e o sanduíche de falafel no pão folha (R$ 39).

O tabule do Amir, uma salada de tomate, salsinha, hortelã, cebola e trigo temperada com azeite e limão, que faz parte do menu da casa desde a sua abertura, pode vir em porção individual (R$ 45) ou acompanhando os pratos de grelhados (a partir de R$ 67 para duas pessoas), por um adicional de R$ 18. Ele também está no Mezze do Amir (R$ 138), com mini kibe, mini esfira, falafel e pastas.

Serviço

Rua Ronald de Carvalho, 55, loja C, Copacabana
(21) 99345-5855


Japonês

Respeito à sazonalidade

Naga: sushi de magret de pato
Naga: sushi de magret de pato Helena Martins/Divulgação

Um imenso balcão de peixes da costa carioca dá o tom do Naga, que chegou de São Paulo em 2013 e fincou o hashi em um shopping da Barra da Tijuca. Não pense que a localização seja uma questão na versão carioca, que tem um novo omakase (menu surpresa). Ideia da restauratrice Cecília Nagayama e do chef japonês Massahiko Iguchi, que reforçam a conexão da casa com as tradições japonesas.

A sequência de pratos é inspirada no shiki, filosofia que celebra o ciclo das quatro estações no Japão. “Cada etapa parte da sazonalidade, respeitando o tempo e a natureza dos ingredientes”, diz o chef. O olhar autoral do chef se revela em criações que trazem suavidade e precisão, como o Tofu de Aspargos e o Sushi de Magret. O menu harmonizado de 16 etapas com saquês premium sai por R$ 900, sendo R$ 600 sem bebida.


Quem toca o serviço da bebida é um outro expert, Paulo Victor de Paulo, desde o primeiro dia da casa no Rio. De sorriso farto, começou como garçom e agora roda o salão como gerente.

Tudo no Naga soa como uma reverência à tradição da culinária japonesa. Entre suspiros e brindes no alto, esse é mais um omakase para a coleção carioca, onde faz sentido desde a escolha do produto (tem barcos pescando exclusivamente para o Naga na costa carioca) até o time de mãos que executam as peças.

Serviço

Avenida das Américas, 3900, 3º piso, Barra da Tijuca
(21) 97265-2690



Peixes e frutos do mar


O favorito das celebridades

O tradicional Satyricon oferece um festival de frutos do mar da estação
O tradicional Satyricon oferece um festival de frutos do mar da estação Tomás Rangel/Divulgação

Madonna, Senna, Gisele Bündchen, Rod Stewart… A lista é grande de artistas que procuram um lugar no Satyricon, sinônimo de pioneirismo e excelência em peixes e frutos do mar. Uma trajetória de fama que faz 40 anos em 2026, acumulando presenças ilustres. Uma delas foi o chef catalão Ferran Adrià, que escolheu o restaurante por três dias seguidos quando esteve na cidade.

Um imenso aquário lotado de lagostas na entrada mostra o que tem adiante no salão por onde desfilam pescados frescos da costa brasileira, além de cavacas, camarão e gigantes king crabs. O cardápio reúne clássicos que atravessam o tempo, como o Trimare (carpaccio de atum, salmão e pargo); o Marenostrum (festival de carpaccios e tartares de atum, salmão, robalo, pargo e olho de boi); e o Spigola al forno (robalo inteiro acompanhado de mini batatas e cebolinhas).

Pioneiro, o restaurante apresentou ao público o que virou best-seller, o Pesce naturale al sale grosso (peixe natural assado no sal grosso), além de carabineiros (mariscos de águas profundas) e camarão tigre (gigante).

Serviço

Rua Barão da Torre, 192, Ipanema
(21) 99723-8336


Português

Bacalhau para compartilhar

Rancho Português: arroz arbóreo, paleta de cabrito desfiada, paio e cogumelos salteados
Rancho Português: arroz arbóreo, paleta de cabrito desfiada, paio e cogumelos salteados Rodrigo Azevedo/Divulgação

As travessas atravessam o salão. Os pratos são fartos, como manda a tradição. No Rancho Português, o protagonista é o bacalhau: são 16 versões, todas para compartilhar. Tem do desfiado no tradicional à Brás (R$ 478) até a posta assada no à lagareiro (R$ 515). Para quem busca um prato diferente, o Bacalhau da Chef Luciana (R$ 550) apresenta postas empanadas em amêndoas trituradas.

Se você quiser comer cabrito, o Rancho Português é um dos poucos da cidade que tem iguaria típica das mesas lusitanas, ainda pouco comum por aqui. A carne é assada por horas em fogo baixo para ficar dourada e suculenta e chega à mesa desfiada com arroz molhadinho (R$ 278). Outro prato de sucesso é o arroz de pato (R$ 220), sem contar a sardinha com batatas ao murro (R$ 148, seis unidades).

Para o brinde, uma vasta seleção de vinhos verdes e todos os outros do leque lusitano. Doce é o que não falta, em especial os conventuais, como encharcada, toucinho do céu e barriguinha de freira (R$ 39 cada). Pastel de nata (R$ 18) tem sempre o seu lugar.

Serviço

Rua Maria Quitéria, 136, Ipanema
(21) 97033-2843


Amazônia


Sabores do Pará

Pescados na Brasa: menu degustação com tacacá, maniçoba, vatapá, açaí, farinha d’água, camarão seco e tambaqui
Pescados na Brasa: menu degustação com tacacá, maniçoba, vatapá, açaí, farinha d’água, camarão seco e tambaqui Berg Silva/Divulgação

Num CEP encantado, no sopé do Morro da Mangueira, as saias giram ao som do carimbó. E o banquete é regado a peixes que vêm da Floresta Amazônica. O bar e restaurante de culinária paraense Pescados na Brasa é uma referência em pratos e petiscos do Norte. Adriana Veloso e o marido, José Maria Soares (conhecido como Seu Zé), os anfitriões, capricham nos aromas e sabores do Pará, com muito jambu, chicória e pimenta-de-cheiro.

Entre os pratos típicos da casa, está o “Açaí Tô na Broca” (R$ 41,90), açaí recém-chegado do Pará servido com farinha d’água ou farinha de tapioca. Outros clássicos são a maniçoba (R$ 73,90), a “feijoada paraense” (ensopado feito com a folha da maniva e defumados, servido com arroz e farinha de mandioca), o vatapá paraense (R$ 48,90), feito com azeite de dendê, farinha de trigo, camarão seco e leite de coco, e, claro, o tacacá (R$ 38,90), com tucupi, jambu, camarão seco, goma de tapioca.

Um dos carros-chefes é o menu degustação, que vem com tacacá, maniçoba, vatapá paraense, açaí, farinha d’água, camarão seco e costelinha de tambaqui (R$ 149,90), além dos peixes na brasa, como a banda de tambaqui servida com baião pirão e arroz (a partir de R$ 187,90).

Os drinques autorais são de Thiago Teixeira, que manda o Cupuaçu Amigo (R$ 36,90), com gim, suco de cupuaçu, limão e doce de cupuaçu, para comer ou misturar de colher. É uma releitura do clássico coquetel Caju Amigo. Mais brasileiro impossível.

Serviço

Rua Vítor Meireles, 92, Riachuelo
(21) 99359-4753


Carnes

Reino das carnes mais cobiçadas

Giuseppe Grill: prime rib marinado por 24 horas, selado e assado lentamente
Giuseppe Grill: prime rib marinado por 24 horas, selado e assado lentamente Best Fork/Divulgac?a?o

Os cortes nobres de carne bovina são o lugar mais alto do pódio no Giuseppe Grill, que tem ambiente acolhedor e uma adega com 650 rótulos e mais de duas mil garrafas. Para começar, a porção Dona Gema (R$ 36), com oito biscoitos de polvilho de queijo grana padano, é receita da mãe do maître Didi. Outro sucesso está nas panelinhas, como a cavaquinha ao molho de champanhe e cogumelos Paris frescos (R$ 86).

Entre as receitas exclusivas, o prime rib (R$ 268), parte dianteira do contrafilé marinado por 24 horas, selado e assado lentamente – uma peça por turno, servida em carrinho inglês, rende até seis porções. Da câmara de dry aged, sai o buttersteak café de Paris (R$ 524, 450g), bife maturado na manteiga por ao menos 30 dias e finalizado com o molho clássico de manteiga, ervas, cebola, vinho, mostarda e páprica.

A picanha supra sumo (R$ 186), corte criado na casa, disputa as atenções com o Beef Wellington, prato clássico inglês que consiste em filé-mignon selado, coberto com duxelles (pasta de cogumelos), presunto cru e envolto em massa folhada assada (R$ 346, para duas pessoas). Vale provar a farofa de abobrinha com farinha de milho de Araxá (R$ 38) e a goiabada quente com sorvete de queijo (R$ 38). Não tem como não amar.

Serviço

Avenida Bartolomeu Mitre, 370, Leblon
(21) 99591-5277


Asiático


Toque amazônico

Hachiko: ceviche de cavala com leite de tigre de cajá e espuma de limão-cravo
Hachiko: ceviche de cavala com leite de tigre de cajá e espuma de limão-cravo Rodrigo Azevedo/Divulgação

Peças com creme de castanha, açaí reduzido, gel de cupuaçu e outras iguarias da Amazônia marcam presença entre as novidades em cartaz no Hachiko, com mais de 30 anos de portas abertas no Centro e filial de cinco anos na Barra.

Além desse “gosto” das antigas, o restaurante é um asiático com pinta de japonês de perfil diferente do Centro. Não tem rodízio, por exemplo, só à la carte ou menu degustação, uma sequência de 14 etapas (R$ 179,90), no almoço e no jantar. Outra curiosidade é que a casa tem seu pico de movimento no horário da noite, coisa atípica por ali.

Das criações novas do menu degustação, o pato é selado com curry e o rosbife de vitelo ganha sabor com molho de atum, vinagrete de nirá, pipoca de alcaparras e castanha. Já no à la carte, o ceviche, que antes levava leite de castanha, agora tem o autêntico leite de tigre com toque de cajá (R$ 69) e a barriga suína vai com tempura de ora-pro-nóbis (R$ 55).

Serviço

Travessa do Paço, 10, Centro
(21) 96779-0753


Italiano

Você sabe o que esperar

Gero: ravióli recheado com carne de vitela e ao molho de cogumelos
Gero: ravióli recheado com carne de vitela e ao molho de cogumelos Fasano/Divulgação

Desde que abriu as portas, em 2002, o Gero imprimiu a marca de um serviço impecável. O chef italiano Luigi Moressa dá as cartas na cozinha, onde é possível encontrar clássicos como o espaguete com lulas, camarões, vieiras, cavaquinha e tomate fresco (R$ 218), o ravióli recheado com carne de vitela e ao molho de cogumelos (R$ 170) e o risoto de açafrão com ossobuco de vitela, clássico veneziano (R$ 205).

A carta de vinhos apresenta safras super selecionadas de variedades italianas, brasileiras, francesas e argentinas. Mas o que talvez mais impressiona é o salão, com projeto assinado pelo arquiteto Miguel Pinto Guimarães. A varanda na parte da frente está em sintonia com o estilo de vida carioca, de cara para o mar de Ipanema.

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Serviço

Avenida Vieira Souto, 80, Ipanema
(21) 3202-4030

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