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Estado de Minas PANDEMIA

Coronavac: PBH admite falta de vacina para aplicação de 2ª dose

Idosos de 64 a 67 anos aguardam remessa. Secretaria Municipal de Saúde informou que seguiu os protocolos do MS e não guardou as segundas doses para esse público


30/04/2021 19:53 - atualizado 30/04/2021 20:15

De acordo com a pasta, é imprescindível que novas remessas de vacinas sejam entregues para aplicar a segunda dose (foto: Jair Amaral/EM/DA Press)
De acordo com a pasta, é imprescindível que novas remessas de vacinas sejam entregues para aplicar a segunda dose (foto: Jair Amaral/EM/DA Press)
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) admitiu, nesta sexta-feira (30/4), que não há vacinas para a aplicação da segunda dose da Corovac em idosos de 64 a 67 anos na capital.

Isso porque, de acordo com a administração municipal, a prefeitura seguiu a orientação do Plano Nacional de Imunização e, portanto, não guardou as segundas doses para esse público. 

"Sendo assim, é imprescindível que novas remessas de vacinas sejam entregues pelo Ministério da Saúde", informou por meio de nota.

A prefeitura reafirma a disponibilidade de pessoal e de todos os insumos necessários para a imediata continuidade do processo. "Tão logo as vacinas sejam entregues, haverá continuidade da aplicação de segundas doses de CoronaVac", disse por meio de nota.

A administração municipal esclarecer que a aplicação da segunda dose para além dos 28 dias não compromete a eficácia clínica da vacina.

 
 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas


 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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