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Estado de Minas COVID-19

Sete Lagoas cria campanha de doação de alimentos durante vacinação

Campanha tem por objetivo estimular a participação da população em ações assistenciais de apoio às famílias carentes.


12/04/2021 14:58 - atualizado 12/04/2021 15:29

Em dois dias, a ação arrecadou mais de 380 quilos em alimentos não perecíveis(foto: Prefeitura de Sete Lagoas/Ascom/Divulgação)
Em dois dias, a ação arrecadou mais de 380 quilos em alimentos não perecíveis (foto: Prefeitura de Sete Lagoas/Ascom/Divulgação)

Os postos de vacinação da COVID-19 de Sete Lagoas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, estão recebendo doações de alimentos não perecíveis que serão repassados para famílias em situação de vulnerabilidade social causada pela pandemia.  

Por meio do Decreto 6.509/2021, publicado no Diário Oficial do Município em 6 de abril, a Prefeitura de Sete Lagoas atendeu a solicitação da vereadora Carol Canabrava (Avante) e criou a campanha “Vacinação Solidária”.  

Em dois dias (7 e 8 de abril), a ação arrecadou mais de 380 quilos em alimentos não perecíveis. Podem ser doados arroz, feijão, açúcar, macarrão, óleo, farinha de mandioca e leite.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos coordena a logística de recebimento e distribuição dos alimentos, podendo ser realizada em conjunto com outras secretarias municipais.

As doações podem ser realizadas por qualquer um dos públicos contemplados com a vacina, por quem já foi imunizado ou até mesmo por quem ainda será vacinado. "É uma iniciativa para socorrer os mais carentes. Quem está recebendo a dádiva de ser imunizado contra a COVID tem a oportunidade de ajudar a quem precisa. Não é obrigatório, mas acreditamos na solidariedade neste momento tão complicado", explica a secretária municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Luciene Chaves. 
Colaboradores da campanha recebem lanches doados por empresas nos locais de vacinação(foto: Prefeitura de Sete Lagoas/Ascom/Divulgação)
Colaboradores da campanha recebem lanches doados por empresas nos locais de vacinação (foto: Prefeitura de Sete Lagoas/Ascom/Divulgação)

Para ampliar a divulgação, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Sete Lagoas (CDL) e o Sicoob Credisete se uniram ao município no socorro à população mais carente. As duas entidades contribuem na propaganda da ação, com material gráfico, vídeos, banner de identificação nos locais de coleta dos produtos, criação de spot para rádio e carro de som.

“Para muitas famílias, a pandemia é sinônimo de fome. Por isso, o Sicoob Credisete apoia a campanha. Vivemos um momento atípico onde a situação de vulnerabilidade aumentou ainda mais. Juntos podemos aliviar a dor dessas famílias por meio da solidariedade", afirma o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credisete, Leonardo Chaves Costa.

Para o presidente da CDL Sete Lagoas, Geraldir Alves, a campanha vai ajudar várias pessoas que passam por uma situação extremamente difícil. "Neste momento muitas famílias estão precisando de auxílio. Vamos ser solidários. Aqueles que puderem colaborar com 1 kg de alimentos não-perecíveis podem entregar a doação ao ir vacinar. Vacine-se e doe espontaneamente alimentos que vão ajudar as pessoas a não passar fome", pede Alves.

Além dos apoios da CDL e Sicoob Credisete à campanha “Vacinação Solidária”, algumas empresas da cidade têm doado lanches para as equipes e aos voluntários que estão atuando nos locais de vacinação contra a COVID-19.

Vacinação


A segunda dose para idosos de 76 e 77 anos começa nesta terça-feira (13/4), das 9h às 17h. A vacina é da Coronavac (do Instituto Butantan), com intervalo mínimo de 15 dias após a 1ª dose.

Os locais de vacinação serão na Unifemm - Centro Universitário, Faculdade Ciências da Vida e Shopping Sete Lagoas. Os idosos deverão levar o comprovante de vacinação da 1ª dose e cartão do SUS ou CPF. 

Idosos com dificuldade de locomoção ou acamados serão vacinados em domicílio, mediante agendamento na Estratégia Saúde da Família (ESF) mais próximo de sua residência. 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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