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Estado de Minas PANDEMIA

Pesquisa da CDL/BH aponta como serão as compras de Natal; veja

Roupas lideram a lista de itens mais procurados (78,6%). Em seguida, aparecem brinquedos (41%) e calçados (26,9%). O tíquete médio será de R$ 95,71


03/12/2020 15:57 - atualizado 03/12/2020 16:31

Natal já está com força total no comércio de BH(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press)
Natal já está com força total no comércio de BH (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press)
Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, 70,5% da população vai comprar presentes para o Natal. Foi o que apontou a pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), realizada de 31 de outubro a 6 de novembro com 302 consumidores. Em 2019, o percentual de consumidores que pretendiam presentear foi de 75,3%. Seguindo a mesma tendência do ano passado, os consumidores pretendem adquirir, em média, três presentes.

Roupas lideram a lista de itens mais procurados (78,6%), em seguida aparecem brinquedos (41%) calçados (26,9%), cosméticos e perfumes (15,8%). No Natal de 2020, o valor médio esperado dos presentes é de R$ 95,71. Em 2019, o tíquete foi de R$ 102, registrando assim uma diminuição de 6,18% no valor do presente.

“O lojista tem que estar atento à jornada do cliente. A loja física foi o local citado como preferido para comprar (72,7%). Mas os consumidores estão comprando cada vez mais pela internet (20,5%). Por isso, é importante que o comerciante conecte as informações entre os canais, de forma que o cliente tenha uma experiência integrada e com menos atrito possível”, aconselha o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

Parcelamento

Compras parceladas no cartão de crédito (30,8%) são as preferidas pelo consumidor. Nessa modalidade, o tíquete médio será de R$ 96,88. Já no cartão de débito (28,2%), o valor será de R$ 94,23. Para os presentes pagos em dinheiro (26,1%) o valor pretendido será de R$ 93,85 e para as compras à vista no crédito (13,2%), espera-se um tíquete médio maior, de R$ 100,81.

Hábitos do consumidor

A pesquisa realizada pela CDL/BH revelou que para os consumidores que pretendem presentear neste Natal, o preço dos produtos é o atrativo mais importante (56,8%). Em seguida, chamam a atenção as promoções e os sorteios (28,2%), o bom atendimento (25,2%) e a qualidade do produto (25,2%). Ainda de acordo com o estudo, 48,7% das pessoas sempre pesquisam o valor dos presentes antes de finalizar as compras. 

O presidente da CDL/BH chama a atenção para um ponto muito importante em tempos de pandemia: agilidade no atendimento. “Uma das principais dificuldades apontadas pelo consumidor é a lotação de lojas. Por isso, nossa maior dica é: prepare seus colaboradores para que seja realizado um atendimento rápido, eficiente e humanizado. O cliente precisa permanecer na loja um tempo viável para escolher seus produtos, sem gerar aglomeração. Caso contrário, isso gera um impacto negativo em seu comércio”.

Encontro natalino

Apesar da orientação para a não aglomeração, em função da pandemia do coronavírus, 70,9% dos entrevistados afirmam que vão realizar ceia de Natal, com amigos e familiares. Nesse cenário, 81,8% dos consumidores pretendem desembolsar, em média, R$ 199,18 nas comemorações natalinas. Quem não pretende presentear terá um gasto maior nas festividades (R$ 204,39) em relação aos consumidores que vão presentear (R$ 171,79).

Dos entrevistados, 18,2% afirmam que não vão celebrar a data. Os principais motivos são o isolamento social (42,6%) e corte nos gastos (16,7%).

O amigo oculto, tão presente nas comemorações de fim de ano, terá menor adesão em 2020. Somente 31,6% dos entrevistados afirmam que vão participar da brincadeira. Entre os participantes, a maioria vai confirmar presença em apenas um amigo oculto. 

 


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas


 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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