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Estado de Minas PANDEMIA

Kalil sobre estudo do Imperial College: 'Vitória da população e da ciência'

Levantamento da universidade londrina apontou Belo Horizonte como referência nacional no combate à COVID-19


15/10/2021 16:08 - atualizado 15/10/2021 16:28

Alexandre Kalil durante entrevista na PBH
Alexandre Kalil, prefeito de BH: "Pandemia se combate do lado da população e com dinheiro. Tem que botar dinheiro em pandemia. Não faltou, graças a Deus" (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A)
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), credita à população da cidade o resultado de  estudo do Imperial College, de Londres , que coloca a capital mineira como exemplo no combate à COVID-19 no Brasil.

A pesquisa aponta que o Brasil teria metade das mais de 602 mil mortes em função da doença se seguisse as diretrizes adotadas por BH pra enfrentar a doença. Ao Estado de Minas , Kalil também citou a importância da ciência e dos recursos públicos.
"Pandemia se combate do lado da população e com dinheiro. Tem que botar dinheiro em pandemia. Não faltou, graças a Deus", disse, em conversa com a reportagem.

Entre janeiro e julho deste ano, o Imperial College estudou 14 capitais brasileiras. Belo Horizonte registrou o menor percentual de óbitos entre os internados: 18%. Dos 43.763 hospitalizados por causa do coronavirus, 7.842 morreram. Se os padrões belo-horizontinos fossem seguidos por todo o país, cerca de 329 mil vidas poderiam ser poupadas. 

Kalil se mostrou feliz com o reconhecimento : "É vitória da população. É vitória do investimento. É vitória da ciência".

"Aproximadamente um terço das mortes atribuíveis ao COVID-19 no Brasil em hospitais poderiam ter sido evitadas se a pressão da saúde não tivesse taxas de mortalidade tão exacerbadas. Aproximadamente metade das mortes atribuíveis à COVID-19 no Brasil poderiam ter sido evitadas se tivessem taxas semelhantes às observadas em Belo Horizonte", aponta o instituto britânico.

O trabalho é intitulado "Fatores que conduzem a grandes flutuações espaciais e temporais nas taxas de letalidade do COVID-19 em hospitais brasileiros" e é assinado por especialistas ligados a instituições brasileiras, inglesas, norte-americanas, espanholas, belgas e dinamarquesas.

"A prefeitura estava estruturada. Tem estrutura, Nós gastamos e conseguimos evitar muitas mortes", observou Kalil.

"Parabéns para a população, que soube entender o momento e que deu exemplo ao Brasil inteiro. A população de Belo Horizonte foi um exemplo", pontuou o prefeito. 

BH registrou um índice de óbitos de 7,7% dos internados nas semanas menos intensas e 12,2% nas mais críticas. O Rio de Janeiro teve a pior semana menos intensa, com 20,1% mortes e Macapá registrou a mais crítica, com 41,7%.
 

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