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Estado de Minas PANDEMIA

Parque Estadual do Ibitipoca suspende visitação de turistas

Unidade de conservação estava aberta aos turistas desde 1º de maio, com 50% da sua capacidade


07/06/2021 19:16 - atualizado 07/06/2021 19:22

Parque Estadual do Ibitipoca é o mais visitado em Minas Gerais(foto: Marcos Alfredo/Esp. EM)
Parque Estadual do Ibitipoca é o mais visitado em Minas Gerais (foto: Marcos Alfredo/Esp. EM)
O Parque Estadual do Ibitipoca, localizado na Zona da Mata mineira, suspendeu a visitação de turistas. O anúncio foi divulgado na web, na tarde desse domingo (6), devido à macrorregião sudeste mostrar cenário assistencial e epidemiológico desfavoráveis.
Conforme a nota, diante disso, o Instituto Estadual de Florestas (IEF) entendeu como um momento crítico da pandemia e decidiu fechar o parque.

A medida é temporária até que sejam repassadas novas diretrizes do Comitê Extraordinário Covid-19.
 
De acordo com a recomendação do comitê, cinco macrorrregiões do estado adotaram medidas ainda mais restritivas. As macrorregiões são: Triângulo do Sul, Sul, Oeste, Leste do Sul e Centro Sul.
 
O Parque Estadual do Ibitipoca reabriu para o público em 1º de maio, com 50% da sua capacidade – 500 visitantes por dia.

O local foi criado há 48 anos e é o mais visitado de Minas Gerais. Antes da pandemia, a unidade recebia cerca de 100 mil turistas por ano. 
 
A unidade de preservação está localizada em Lima Duarte, onde os protocolos de enfrentamento à COVID-19 seguem as diretrizes estaduais do programa Minas Consciente. A cidade tem 16.724 habitantes.
 
Conforme o boletim epidemiológico desta segunda-feira, Lima Duarte acumula 42 mortes em decorrência da COVID-19 e 761 casos confirmados.
 
O município recebeu 9.192 doses de vacinas contra o coronavírus. Até o momento, 4.804 pessoas foram vacinadas com a 1ª dose e 2.040 com a 2ª. Dessa forma, a cidade vacinou 28,72% da população, de acordo com boletim de 31 de maio.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas

[VIDEO4]

 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

  


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