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Estado de Minas PANDEMIA

COVID-19: 36 pessoas estão à espera de leito em BH; semana passada eram 228

A informação foi repassada pelo Jackson Machado Pinto, secretário municipal de saúde. "'Nenhum cidadão de BH morreu sem assistência'', disse


19/04/2021 15:23 - atualizado 19/04/2021 16:41

Coletiva ocorreu na sede da PBH, no Centro de BH(foto: Juarez Rodrigues/EM/DA Press)
Coletiva ocorreu na sede da PBH, no Centro de BH (foto: Juarez Rodrigues/EM/DA Press)
O número de pessoas que aguardam na fila por uma vaga na UTI em Belo Horizonte caiu 84,2% em uma semana. Segundo o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, a capital tem, nesta segunda-feira (19/4), 36 pessoas na fila. "Na semana passada, tínhamos 228", complementou o secretário.

A informação foi dada em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (19/4) na Prefeitura de Belo Horizonte.



De acordo com a administração municipal, nesta segunda, a ocupação de leitos de UTIS está em 81,1%, e de enfermaria,  58,9%. O boletim com mais informações será divulgado pela PBH ainda no fim do dia. 
“A tendência da curva é que baliza nossas decisões. Todos os indicadores nos levam a uma tendência de queda (nos números)”, acrescentou o secretário. 

 "A gente recebe do hospital disponibilidade de um leito e isso quer dizer que uma pessoa ou foi embora para a casa, ou foi para a enfermaria ou faleceu. Para esse leito ser ocupado de novo, precisa ser higienizado. É preciso chamar o Samu para higienizar. São vários mecanismos intermediários", explicou o secretário.

Sendo assim, as etapas para a ocupação dos leitos explicam a fila. Mas logo frisou: ''Nenhum cidadão de BH morreu sem assistência''


O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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