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7 ferramentas de organização financeira para começar 2022 com o pé direito

Além dos tradicionais aplicativos de gestão financeira, algumas ferramentas que você já usa no dia a dia podem trabalhar a favor do seu bolso


05/01/2022 06:00 - atualizado 05/01/2022 07:57

Pessoa usa uma calculadora; muitas contas estão sobre a mesa
(foto: Reprodução/Serasa)
Não sei se é assim com você, mas na minha lista de resoluções para o novo ano sempre tem uma meta ou outra relacionada à vida financeira. E para a maioria dos brasileiros, o grande objetivo começa em um pequeno passo: organizar melhor as finanças.

Já falei algumas vezes por aqui que planejamento financeiro pessoal pode ser mais fácil e mais necessário do que você pensa e que o mais importante é você encontrar um caminho que funcione pra você. Nunca se esqueça: a vida financeira é sua e o que faz sentido pra muita gente não necessariamente vai fazer pra você.

No artigo de hoje, eu trouxe dicas de algumas ferramentas que podem te ajudar nessa missão de organizar suas finanças. E eu não estou falando só desses aplicativos de gestão financeira não, viu? Tem muita ferramenta simples, que você já tem o costume de usar no dia a dia e pode colocar pra trabalhar a favor do seu bolso.

Vamos conferir?

1- A boa e velha planilha

Muita gente anda dizendo por aí que controlar as finanças por meio de planilha é coisa do passado. Sim, é verdade que existem ferramentas mais modernas e mais completas, mas não dá pra dizer que o excel perdeu sua utilidade nesse sentido.

A planilha pode ser um jeito simples de começar a organizar sua vida financeira por meio de uma ferramenta mais popular e de uso mais fácil. A simplicidade do processo, pelo menos até que você esteja habituado a ele, é fundamental para garantir a disciplina necessária.

Se essa parece ser uma boa ferramenta para sua realidade, mas você não sabe por onde começar, aqui tem uma planilha de controle financeiro descomplicada. Nela, você vai encontrar espaço para fazer seu controle mensal e seu balanço financeiro, com orientações básicas e didáticas sobre como preencher os campos.

2 - Trello

Apesar de ser uma ferramenta tradicionalmente conhecida para a gestão de projetos e tarefas, o Trello pode ser um auxílio e tanto na sua missão de organizar melhor as finanças. Na plataforma, você pode registrar, por exemplo, o cronograma de pagamentos das suas contas, criando tarefas para cada uma das despesas a serem quitadas.

Nas configurações da ferramenta, você pode programar para que o Trello te envie alertas quando o prazo das tarefas estiver perto de vencer e isso vai te ajudar a manter os pagamentos em dia. A plataforma vai te ajudar a visualizar, de forma bem simples e rápida, tudo o que já foi pago e o que ainda está pendente, te dando um panorama geral das suas despesas.

3 - Google Agenda

Ainda nessa linha de cronograma de pagamentos, outra ferramenta que pode ser bastante útil é a agenda do Google — ferramenta simples, que você já tem no seu smartphone e, possivelmente, já usa para outras funções.

Eu mesma tenho o hábito de usar o Google Agenda para programar lembretes no dia do vencimento das minhas contas, pra não correr o risco de esquecer de pagar. E vou te falar que é uma mão na roda, viu? Vale a pena experimentar!

4 - Ferramentas de controle de hábitos

Também já falei por aqui que organização financeira passa, muitas vezes, pela adoção de hábitos financeiros mais saudáveis. Nessa linha, existem algumas ferramentas de controle de hábitos que podem ser muito úteis nessa missão de manter as finanças sob o seu controle.

Algumas das mais populares nesse sentido são a Todoist, a 7 Weeks e o Evernote, e o caminho é você testar pra ver qual faz mais sentido para a sua realidade. De forma geral, todas elas funcionam de maneira semelhante: você lista as tarefas que precisa cumprir, estabelece um prazo para elas e acompanha a sua performance na execução.

A vantagem dessas ferramentas, em comparação a um gerenciador de tarefas comuns como o Trello, é que você pode configurar lembretes para te ajudar a se manter motivado na missão.

5 - Plataformas de negociação de dívidas

Outro assunto bastante discutido por aqui é a importância da negociação de dívidas como primeiro passo da organização financeira. Por isso, eu não poderia deixar de incluir nessa lista plataformas que viabilizam que você negocie suas dívidas, de acordo com o que cabe no seu bolso.

Esse é o caso, por exemplo, da Meu Acerto, fintech que desburocratiza e facilita o processo de negociação de dívidas. Por meio da plataforma da empresa, mais de 45 milhões de consumidores podem negociar suas pendências financeiras com cerca de 40 instituições, incluindo bancos, lojas e empresas do setor de telecomunicações.

6 - Ferramentas de gestão financeira

Esse é o item óbvio dessa lista e que, obviamente, eu não poderia deixar de citar. Atualmente, existem diversas ferramentas de gestão financeira, que têm como objetivo primário auxiliar os consumidores no controle das finanças. 

Mobills, GuiaBolso e Organizze são alguns dos mais famosos nesse aspecto e caracterizam ferramentas extremamente completas para a gestão financeira. Controlar gastos com cartão de crédito, criar metas para períodos específicos e criar lembretes para te alertar quando seus gastos estiverem acima do esperado ou quando suas contas estiverem prestes a vencer são algumas das funcionalidades que você pode explorar em aplicativos desse tipo.

Mais uma vez, a dica é testar algumas dessas ferramentas e encontrar aquela que mais se adeque à sua realidade. 

7 - Plataformas de consulta ao score de crédito

Sabe um bom jeito de manter a organização financeira em dia? Se manter atualizado sobre a sua reputação no mercado financeiro. Eu estou falando sobre o score de crédito, que funciona como um currículo financeiro, que é consultado pelas empresas na hora de liberar qualquer tipo de crédito para os consumidores.

Cada birô de crédito conta com seu score, mas, no geral, eles funcionam da mesma forma: trata-se de uma pontuação que vai de 0 a 1000, que indica se um consumidor é ou não um bom pagador. A sua pontuação é definida com base em diversos fatores, incluindo o pagamento (ou não) de contas em dia, a inclusão do seu nome nos órgãos de proteção ao crédito e a quantidade de vezes que você simulou a contratação de um crédito.

Faz muito sentido ter ciência dessa informação para manter suas finanças organizadas, você não acha?
  

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