ELEIÇÕES 2026

PL aciona TSE contra pesquisa que mostrou queda de Flávio

Defesa do senador Flávio Bolsonaro questiona metodologia da AtlasIntel e pede suspensão do levantamento; entenda

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A coordenação jurídica da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para questionar a pesquisa AtlasIntel registrada sob o número BR-06939/2026, divulgada nesta terça-feira (19/5). O levantamento apontou queda nas intenções de voto do parlamentar após a repercussão do áudio envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.

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Na representação apresentada ao TSE, a defesa sustenta que a metodologia adotada pelo instituto teria induzido os entrevistados a uma percepção negativa sobre Flávio Bolsonaro. Segundo o pedido, a sequência das perguntas e a associação entre o senador, Vorcaro e o Banco Master comprometeriam a neutralidade da pesquisa e contaminariam as respostas relacionadas à imagem, rejeição e viabilidade eleitoral do pré-candidato.

A ação afirma que o levantamento teria ultrapassado o objetivo de medir a opinião pública e passado a influenciar a percepção dos entrevistados ao inserir estímulos considerados direcionados antes de perguntas eleitorais. Para a coordenação jurídica da campanha, o caso representa um “precedente manipulativo grave” em pesquisas eleitorais divulgadas ao público.

O processo foi protocolado como representação sobre “Pesquisa Eleitoral - Divulgação de Pesquisa Eleitoral Fraudulenta” e inclui pedido de medida liminar para suspender a divulgação do levantamento. A defesa também solicita apuração de possível crime eleitoral, diante do que classifica como vícios graves na formulação da pesquisa.

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro argumenta ainda que levantamentos eleitorais devem seguir critérios técnicos rigorosos, com transparência, equilíbrio e imparcialidade, para evitar que sejam utilizados como instrumentos de direcionamento da opinião pública.

Flávio recua

A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira mostrou recuo de 5,4 pontos percentuais de Flávio Bolsonaro no principal cenário de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026.

O senador apareceu com 34,3% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 47%. O levantamento também indicou crescimento da rejeição ao parlamentar e aumento do temor de uma eventual vitória dele nas eleições presidenciais.

Nota na íntegra de Flávio

A coordenação jurídica da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma representação contra a pesquisa registrada pelo instituto AtlasIntel, sob o nº BR-06939/2026.

A ação questiona a metodologia adotada no levantamento e sustenta que o questionário teria sido estruturado de forma a induzir gravemente uma percepção negativa sobre Flávio Bolsonaro. Segundo a representação, a sequência das perguntas, a forma de apresentação dos temas e o uso de associações entre o pré-candidato, Daniel Vorcaro e o Banco Master contaminam e induzem as respostas dos entrevistados, comprometendo a integridade dos resultados.

Para a coordenação jurídica, a pesquisa revela precedente manipulativo grave e deixou de observar a neutralidade esperada em levantamentos eleitorais destinados à divulgação pública. O pedido afirma que o instrumento não apenas mediu a opinião dos eleitores, mas apresentou estímulos capazes de influenciar a percepção do entrevistado antes de perguntas sobre imagem, rejeição e viabilidade eleitoral.

A representação também pede a apuração de possível prática de crime eleitoral, diante da gravidade dos vícios apontados e do risco de divulgação de pesquisa considerada fraudulenta pela defesa. O processo foi protocolado no TSE como representação sobre “Pesquisa Eleitoral - Divulgação de Pesquisa Eleitoral Fraudulenta”, com pedido liminar.

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A pré-campanha defende que pesquisas eleitorais devem seguir critérios técnicos rigorosos, com transparência, equilíbrio e imparcialidade, para não serem utilizadas como instrumento de direcionamento da opinião pública. O pedido apresentado ao TSE inclui medida liminar para suspender a divulgação da pesquisa.

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