Grande BH: família de homem morto por inquilino e traficante quer justiça
Irmã de Daniel Monteiro, que teria sido morto por Jefferson de Almeida, relata dor da família e anseia pela prisão do traficante
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Siga noNo dia 13 de maio de 2024, Daniel Lucas Barbosa Monteiro, de 35 anos, foi morto por seu inquilino, o traficante Jefferson Anselmo de Almeida, em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Ele teria sido agredido e jogado de cima da escada da casa onde morava. O suspeito pelo crime foi preso em flagrante, mas conseguiu liberdade provisória. Em novembro do ano passado, foi determinada a prisão preventiva de Jefferson, que, no entanto, está foragido.
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Ester Lucas Monteiro Barbosa, irmã de Daniel, conta que a morte do irmão foi o início de um drama. “O Jefferson alugou a casa do meu irmão. Fica no mesmo lote onde Daniel e minha mãe moravam. Meu irmão alugou a casa dos fundos, e depois descobriu-se que o Jefferson era viciado em drogas. Era um entra e sai da casa e do lote. Meu irmão não aguentava mais e disse ao inquilino que não queria mais aquilo ali", relata.
A reclamação do dono do imóvel parece ter sido a gota d'água e o motivo que teria culminado em sua morte, de acordo com Ester. Em 13 de maio do ano passado, Daniel e Jefferson tiveram a última discussão. “Eles brigaram. Havia sinais de luta na casa e muito sangue no chão. Era do meu irmão”, relembra Ester.
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Ainda segundo Ester, Jefferson ligou para todos da família de Daniel, dizendo que tinha encontrado o corpo no pé da escada. "Ele inventou que teria sido um tal de Lucas (quem o matou). E contou que tinha se encontrado com meu irmão, antes de sair de casa para ir à padaria ver um emprego. Eram 20h daquele dia. Mas era tudo mentira”, diz. “Daniel chegou a pagar uma dívida de Jefferson com o tráfico. E depois ele veio dar uma de bonzinho. Chegou a chorar com a gente no dia da morte."
De lá para cá, segundo Ester, a família tem uma luta diária para tentar conseguir a prisão de Jefferson. Agora, a família anseia que Jefferson seja encontrado e pague pelo crime cometido. "Só queremos justiça."
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