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Estado de Minas ESCANDALO NO MEC

Bolsonaro: 'Milton Ribeiro foi preso injustamente'

Para Bolsonaro, não existe nenhuma interferência dele na PF. Em uma gravação, Ribeiro diz que o presidente "teve um pressentimento" sobre a busca e a apreensão


26/06/2022 21:17 - atualizado 27/06/2022 12:46


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"No caso Milton, quem começou a investigação foi a Controladoria Geral da União (CGU) por pedido do próprio Milton. Ele pediu um pente-fino nos contratos, por desconfiar das pessoas do lado dele. Até o dia D, da prisão, e temos que deixar claro que o MP foi contra a prisão. Pelo meu entender, ele foi preso injustamente", afirmou.

Para Bolsonaro, não existe nenhuma interferência dele na PF. Em uma gravação, Ribeiro diz que o presidente "teve um pressentimento" sobre a busca e a apreensão na casa do ex-ministro.

"Nada justifica o que fizeram com Milton. Querem humilhar. Constranger. Querem me comparar com o Lula (PT). Falar que o governo é corrupto. São narrativas que querem desgastar o governo", concluiu o presidente.

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#Bolsonaro #MiltonRibeiro #PF

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"Nada justifica o que fizeram com Milton Ribeiro”, disse o presidente Jair Bolsonaro (PL), neste domingo (26/6), ao falar sobre a prisão do ex-ministro da Educação pela Polícia Federal (PF).
 
O presidente participou do programa 4x4 no Youtube.
 
"No caso Milton, quem começou a investigação foi a Controladoria Geral da União (CGU) por pedido do próprio Milton. Ele pediu um pente-fino nos contratos, por desconfiar das pessoas do lado dele. Até o dia D, da prisão, e temos que deixar claro que o MP foi contra a prisão. Pelo meu entender, ele foi preso injustamente", afirmou.
Para Bolsonaro, não existe nenhuma interferência dele na PF.
 
Em uma gravação, Ribeiro diz que o presidente “teve um pressentimento” sobre a busca e a apreensão na casa do ex-ministro.

“Nada justifica o que fizeram com Milton. Querem humilhar. Constranger. Querem me comparar com o Lula (PT). Falar que o governo é corrupto. São narrativas que querem desgastar o governo", concluiu o presidente.

Gravações


Durante a semana, foram divulgadas gravações, feitas com autorização da Justiça, consideradas pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF)
indícios de que o presidente Jair Bolsonaro interferiu na investigação da Polícia Federal (PF) sobre o ex-ministro da Educação.

A investigação consta no material enviado pelo MPF ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 

Conversa com a filha

 
Em uma das conversas, com uma filha, em 9 de julho, Ribeiro disse que recebeu uma ligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) em que o chefe do Executivo nacional dizia temer ser atingido pela investigação da Polícia Federal (PF).
 
 
"A única coisa meio... hoje o presidente me ligou... ele tá com um pressentimento, novamente, que eles podem querer atingi-lo através de mim, sabe? É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?", disse Ribeiro para a filha. O trecho está em investigação da Polícia Federal.

"Ele quer que você pare de mandar mensagens?", pergunta a filha.

"Não! Não é isso... ele acha que vão fazer uma busca e apreensão... em casa... sabe... é... é muito triste. Bom! Isso pode acontecer, né? Se houver indícios, né?", questionou.
 
Ao encaminhar o processo de investigação de Milton Ribeiro ao STF, o juiz federal Renato Borelli cita três conversas em que o ex-ministro demonstra ter medo de operações da Polícia Federal nas investigações sobre a influência de pastores no Ministério da Educação (MEC). Clique aqui para ler a transcrição.

Prisão

 
O presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro (PL) deu entrevista ao programa 4x4 no Youtube (foto: EVARISTO SA / AFP)
Milton Ribeiro esteve como ministro da Educação no governo Bolsonaro entre julho de 2020 e março de 2022. Ele foi preso na última quarta-feira (22/6) pela Polícia Federal (PF) e solto no dia seguinte.

A prisão se deu por uma investigação que apura o envolvimento dele nos crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência e um suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação.

Uma decisão dessa quinta-feira (23) do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), determinou a suspensão da prisão do ex-ministro


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