(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas IMPACTO NA POLÍTICA

Youtube vai excluir videos que recomendam cloroquina e ivermectina; entenda

Ação pode prejudicar ala bolsonarista, que usa a plataforma para promover o tratamento com remédios ineficazes


16/04/2021 09:18 - atualizado 16/04/2021 09:39

Um dos grandes apoiadores da cloroquina é o presidente Jair Bolsonaro(foto: Redes Sociais/Reprodução)
Um dos grandes apoiadores da cloroquina é o presidente Jair Bolsonaro (foto: Redes Sociais/Reprodução)
Seguindo os passos das redes sociais, a plataforma do Youtube atualizou, nesta semana, as regras relacionadas ao conteúdo permitido sobre a COVID-19Agora, qualquer vídeo que recomende ivermectina, hidroxicloroquina e/ou cloroquina para o tratamento contra o vírus será excluído automaticamente.


A mudança pode mexer com a ala bolsonarista da política. Isso porque os apoiadores/políticos que seguem o mesmo pensamento que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usam a plataforma para postar vídeos com opiniões.

Bolsonaro, durante toda a pandemia do novo coronavírus, tomou e incentivou atitudes negacionistas. Desde negar a gravidade do vírus, recomendar uso de remédios sem eficácia, negar vacinas, ser contra medidas de contenção da doença, recomendar tratamento precoce, frequentar aglomerações até não utilizar máscara e atacar a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Nos últimos meses, com o bloqueio das redes sociais sobre certos assuntos, considerados por Bolsonaro e apoiadores cruciais, ele e a família estão migrando para a rede social Telegram. Lá, até o momento, nenhum tipo de conteúdo é verificado como fake-news.

Leia: Negacionismo, fake news e autopromoção; o Telegram da família Bolsonaro 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:



receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)