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Estado de Minas PANDEMIA

Minas Consciente: saiba o que muda na próxima semana nas regiões do estado

Triângulo do Norte regride e Sudeste avança de fase no Minas Consciente; estado tem 12 das 14 macrorregiões na onda vermelha do plano


17/06/2021 17:33 - atualizado 17/06/2021 18:03

Sudeste e Vale do Aço são as únicas macrorregiões fora da zona vermelha(foto: Imprensa MG/Reprodução)
Sudeste e Vale do Aço são as únicas macrorregiões fora da zona vermelha (foto: Imprensa MG/Reprodução)

O programa Minas Consciente, que direciona o funcionamento do comércio nas cidades mineiras, atualizou as restrições para a próxima semana. Nesta quinta-feira (17/6), o Comitê Extraordinário COVID-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado, definiu que a macrorregião Triângulo do Norte deve regredir para a onda vermelha e a Sudeste avança para a onda amarela.

O Triângulo, que estava em onda amarela, voltou para o nível de alerta vermelho depois da piora dos indicadores. Por outro lado, a macrorregião Sudeste apresentou melhora nos índices da doença. Atualmente, o Sudeste e Vale do Aço são as únicas macrorregiões fora da zona vermelha.


Das macrorregiões que estão na onda vermelha, cinco apresentam dados mais preocupantes e, por isso, estão enquadradas nos critérios de classificação pelos cenários epidemiológico e assistencial, são:

  • Sul
  • Centro-Sul
  • Leste do Sul
  • Oeste
  • Nordeste
(foto: Imprensa MG)
(foto: Imprensa MG)

A Região Nordeste entra em estado mais crítico a partir desta semana. “Essas regiões passam por análise ainda mais minuciosa dos indicadores “incidência” e “espera por atendimento”, para identificar as tendências de piora na transmissão da doença e na ocupação de leitos e possíveis filas”, informou o Governo de Minas.

Clique aqui para consultar as listas de municípios divididos por macrorregião de Saúde e também de municípios por agrupamentos de microrregiões do Minas Consciente.

Reforço de atenção

A SES-MG garante que ações específicas têm sido desenvolvidas para atenção a essas regiões, entre elas: transferência de pacientes, diagnóstico para ampliação de leitos, monitoramento de casos e envio de forças-tarefas para os municípios.

“Estamos empenhados para acelerar o ritmo de vacinação. Minas é o estado que mais aplicou doses. Mas é preciso que a população continue fazendo a sua parte, se protegendo e protegendo os outros. Uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento são medidas necessárias mesmo entre as pessoas que já tomaram a vacina. A pessoa vacinada pode pegar o vírus e pode transmiti-lo”, alertou o secretário de Saúde, o médico Fábio Baccheretti.

O secretário de Saúde destacou a queda na positividade dos exames para COVID-19 em relação aos meses de março e abril deste ano, quando o estado enfrentou a alta da chamada “segunda onda”. Também foi observada redução na solicitação de transferências por leitos de UTI.

A SES-MG afirmou que, apesar de os dados monitorados pela Sala de Situação apontarem que a incidência da doença no estado continua alta, os óbitos e a espera por leitos não acompanham a mesma tendência, o que, segundo Baccheretti, é um bom sinal. Hoje, 131 pacientes aguardam na fila por um leito de UTI para tratamento de COVID-19.

Baccheretti ressaltou que os óbitos entre idosos também caíram, “o que já mostra os efeitos positivos da vacina”.

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