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Estado de Minas PANDEMIA

BH registra o maior número de mortes em 24h por COVID-19 desde 19 de maio

Capital mineira também computou alta na ocupação dos leitos de UTI nesta terça-feira (15/6), depois de duas quedas consecutivas


15/06/2021 18:53 - atualizado 15/06/2021 20:23

Movimentação no Centro de BH durante pandemia: capital teve aumento considerável de mortes neste boletim(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 24/04/2021)
Movimentação no Centro de BH durante pandemia: capital teve aumento considerável de mortes neste boletim (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 24/04/2021)
 

 

Belo Horizonte registrou 51 novas mortes em 24 horas por COVID-19 nesta terça-feira (15/6), maior crescimento desde 19 de maio. Conforme o boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura, a cidade soma 5.457 vidas perdidas pela doença.

 

Atual cenário da pandemia em BH nesta terça (15/6)(foto: Janey Costa/EM/D.A Press )
Atual cenário da pandemia em BH nesta terça (15/6) (foto: Janey Costa/EM/D.A Press )
 

 


A ocupação dos leitos de UTI para pacientes com a virose, que vinha de duas quedas em sequência, voltou a ascender nesta terça. O dado saiu de 73,4% para 74,5%.

 

 

 

 

O indicador continua na fase crítica da escala de risco, acima dos 70%. Isso acontece desde 26 de fevereiro. Porém, a taxa registrada nesta terça-feira é a sexta menor desse período.

Fica o alerta para uma possível alta a partir desta quinta (17/6), quando se completam duas semanas (intervalo de infecção do vírus) do feriado prolongado de Corpus Christi.

 

 

 

Se a situação da terapia intensiva piorou, nas enfermarias a ocupação recuou: de 55,2% para 53,2%. Assim, o indicador permanece na faixa intermediária, entre 50% e 70%.

Já a velocidade de transmissão do novo coronavírus voltou a cair: de 0,94 para 0,93. O parâmetro está na fase controlada desde o início de junho.

 

 

 

No patamar atual, em média, 93 pessoas pegam COVID-19 a cada 100 pessoas infectadas. É a menor taxa desde 7 de maio.

Vacinação


Belo Horizonte vacinou 995.869 pessoas contra a COVID-19 com a primeira dose até esta terça. Outras 412.046 receberam a segunda.

A capital mineira vacinou 48,9% do seu público-alvo com a primeira injeção. Por outro lado, 20,2% desse mesmo contingente completou o esquema vacinal.

Segundo números da prefeitura, 59.554 profissionais da educação tomaram a primeira dose do imunizante.

Além deles, 185.078 trabalhadores da saúde, 17.249 servidores da segurança pública, 463.809 idosos acima de 60 anos e 185.853 pessoas do grupo de risco, gestantes e puérperas receberam a vacina.

A população entre 55 e 59 anos representa 55.859 vacinados.

Outros grupos, como os garis e os motoristas de ônibus, receberam 28.467 injeções de primeira dose.

A cidade recebeu 1.691.345 imunizantes para se proteger da COVID-19 até este boletim: 808.565 da CoronaVac (Sinovac/Butantan), 710.676 da AstraZeneca (Oxford/Fiocruz) e 172.104 da Comirnaty (Pfizer).

 

Cobrança da PBH

 

Nesta terça-feira, o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, acusou o Governo de Minas a repassar menos imunizantes para BH na comparação com outras capitais.


Segundo a PBH, o Ministério da Saúde estabeleceu dois critérios para os estados distribuírem as vacinas entre seus municípios: a população proporcional a cada público contemplado (tais como idade e comorbidade) e a adesão à campanha de vacinação da gripe em anos anteriores.

"Por esse critério, Belo Horizonte tem direito a algo em torno de 14% dos imunizantes destinados a Minas Gerais. Na semana passada, no entanto, o índice foi de 3,3% – sem que a administração municipal fosse comunicada previamente e nem apresentada qualquer justificativa", informou a prefeitura em nota.

 

Com informações de Déborah Lima e Larissa Ricci

 

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(foto: Hudson Franco/EM/D.A Press)
(foto: Hudson Franco/EM/D.A Press)

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