Publicidade

Estado de Minas PANDEMIA

Betim amplia vacinação contra a COVID-19 a pessoas com 60 e 61 anos

Aplicação da vacina para a faixa etária de 60 e 61 anos será com a AstraZeneca; ao todo, 7.870 pessoas são aguardadas para a primeira dose


03/05/2021 19:13 - atualizado 03/05/2021 20:15

Pessoas de 61 anos começam a ser imunizadas nesta terça-feira (4/5), em Betim; na quarta-feira, será a vez de quem tem 60(foto: Prefeitura de Betim/Divulgação)
Pessoas de 61 anos começam a ser imunizadas nesta terça-feira (4/5), em Betim; na quarta-feira, será a vez de quem tem 60 (foto: Prefeitura de Betim/Divulgação)
 
Moradores de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com 60 e 61 anos serão os próximos contemplados para a imunização contra a COVID-19. A partir desta terça-feira (4/5), as 36 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade irão aplicar a primeira dose da vacina AstraZeneca.

Já a segunda dose para os idosos de 68 e 70 anos que tomaram a CoronaVac continua sem previsão de aplicação.
A Secretaria Municipal de Saúde estima que, ao todo, haja cerca de 7.870 pessoas de 60 e 61 anos na cidade. Nesta terça-feira (4/5), os idosos de 61 anos serão vacinados e na quarta-feira (5/5) será a vez dos que têm 60.
Para receber a vacina, os usuários devem procurar a UBS de sua referência, portando um documento de identidade, o cartão de vacinação e um comprovante de residência. A imunização ocorre, na terça, das 10h às 17h, e, na quarta, das 8h às 17h. 
 
A segunda dose da vacina AstraZeneca segue sendo feita normalmente em Betim. No momento, está sendo aplicada em profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à COVID-19 e em idosos que estão em Institutos de Longa Permanência (ILPIs). Ao todo, 5.140 segundas doses são destinadas a esse público.
 
Nesta segunda-feira (3/5), Betim recebeu do governo do estado um lote com 9.300 doses da Astrazeneca.
 

Aplicação da segunda dose da Coronavac continua suspensa

A falta da segunda dose da CoronaVac segue em diversos municípios do país. Em Betim, a situação não é diferente. Nesta segunda-feira (3/5), a prefeitura recebeu uma pequena remessa do estado.
 
"Recebemos, com muita insatisfação, unicamente 110 doses da CoronaVac extratificadas para a primeira etapa, ou seja, específicas para dose 1. Nossa defasagem, hoje, é de cerca de 5.500 doses e o grupo afetado é o de idosos com idade entre 70 e 68 anos. Diante disso, temos, nesta tarde, uma reunião técnica para definir a conduta do município de agora em diante. Ressaltamos que a responsabilidade de fazer com o que o imunizante chegue aos municípios é do Ministério da Saúde e do governo do estado", destacou o secretário municipal de Saúde, Augusto Viana.   
 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade