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Estado de Minas VACINAÇÃO

Veja os critérios utilizados pela PBH para vacinar pessoas com comorbidades

BH segue as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde; capital tem 290 mil pessoas com comorbidades


30/04/2021 18:22 - atualizado 30/04/2021 19:11

PBH espera novas doses para iniciar a imunização dos residentes com comorbidades(foto: Reprodução)
PBH espera novas doses para iniciar a imunização dos residentes com comorbidades (foto: Reprodução)
Belo Horizonte vai seguir os mesmos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, no Plano Nacional de Imunização (PNI), para a vacinação contra a COVID-19 dos moradores de 18 a 59 anos com comorbidades, deficiência permanente e gestantes/puérperas. O cadastro começou nesta sexta-feira (30/04).
 
 
São duas etapas. A primeira contempla:
 
  • Pessoas com síndrome de down maiores de 18 anos;
  • Pacientes de doenças renais que fazem tratamento por diálise maiores de 18 anos;
  • Gestante e puérperas (passaram há menos de 45 dias pelo parto) com alguma comorbidade, maiores de 18 anos;
  • Pessoas com 55 a 59 anos com comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente cadastradas no programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos
 
Na segunda etapa, serão vacinadas as demais pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente cadastradas no BPC e gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes e divididas por idade. 

Em BH são cerca de 290 mil pessoas com comorbidades que têm prioridade na campanha de vacinação e que receberão a dose do imunizante de acordo com a idade - dos mais velhos para os mais novos. 
  
 
 
 
Além do cadastro, é necessário apresentar os documentos que comprovam sua situação (exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, etc.) e ter atenção no calendário de vacinação.

Confira as comorbidades prioritárias para vacinação contra a COVID-19

 

 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas


 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 

 

*Estagiário sob supervisão do subeditor Eduardo Oliveira 


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