BH: chuvas de hoje se concentram nas regiões Leste e Noroeste
Dados da Defesa Civil mostram grande variação entre regionais da capital; acumulado do mês já ultrapassa metade da média de março em algumas áreas
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A chuva registrada em Belo Horizonte nesta segunda-feira (9/3) apresentou forte variação entre as regionais da cidade. De acordo com dados divulgados pela Defesa Civil de Belo Horizonte, os maiores volumes foram registrados nas regiões Leste e Noroeste entre as 11h30 e as 14h.
No período, a região Leste liderou o acumulado com 41 mm, o que representa 20,8% da média climatológica de março. Em seguida aparece a regional Noroeste, com 40,4 mm (20,5%). Os índices também foram significativos na região Nordeste, com 22,4 mm (11,3%).
Outras áreas registraram volumes menores de chuva no mesmo intervalo. A região Pampulha teve 12,2 mm (6,2%), enquanto o Barreiro acumulou 12 mm (6,1%). A regional Oeste registrou 9,4 mm (4,8%), e o Hipercentro, 8,2 mm (4,2%).
Já os menores volumes foram observados nas regiões Norte, com 2,2 mm (1,1%), e Venda Nova, com 0,7 mm (0,4%). Na região Centro-Sul, não houve registro de chuva no período analisado.
Acumulado do mês já passa de 50% em algumas regiões
Considerando todo o mês de março até as 14h50 desta segunda-feira (9/3), algumas regionais da capital já ultrapassaram metade da média histórica de chuva para o período.
A região Noroeste lidera o acumulado mensal com 111,2 mm, o equivalente a 56,3% da média climatológica de março, que é de 197,5 mm. Na sequência aparecem as regiões Oeste, com 102 mm (51,6%), e Centro-Sul, com 97,6 mm (49,4%).
Outras regionais também apresentam acumulados relevantes no mês:
- Pampulha: 82,2 mm (41,6%)
- Nordeste: 73,6 mm (37,3%)
- Leste: 72,6 mm (36,8%)
- Barreiro: 67,3 mm (34,1%)
- Hipercentro: 66,4 mm (33,6%)
Os menores índices até o momento foram registrados nas regiões Venda Nova, com 55 mm (27,8%), e Norte, com 23,2 mm (11,7%).
Monitoramento segue em março
Março faz parte do período chuvoso tardio na capital mineira, quando pancadas isoladas ainda podem provocar acumulados expressivos em curto intervalo de tempo.
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Segundo a Defesa Civil de Belo Horizonte, o monitoramento das estações hidrometeorológicas da prefeitura continua ao longo do mês para acompanhar possíveis impactos das chuvas nas diferentes regionais da cidade.
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Estagiária sob supervisão da subeditora Juliana Lima