Emissão de novos documentos é feita na Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves, em JF, que está funcionando como abrigo - (crédito: Divulgação/Polícia Civil)
crédito: Divulgação/Polícia Civil
Vítimas dos temporais de Juiz de Fora (MG), na Zona da Mata, registrados na última semana, podem ter novos documentos. Uma ação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realiza a emissão de novos documentos a pessoas que perderam documentações pessoais em decorrência das chuvas, mesmo que não tenham nenhum documento original mais.
A ação teve início na sexta-feira (27/2) e seguirá até domingo (29) na Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves, localizada na Rua Luiz Favero, nº 383,no bairro Bom Jardim. O espaço também está funcionando como abrigo para famílias atingidas.
Segundo o órgão, a iniciativa é realizada por equipes da Polícia Civil com apoio do Instituto de Identificação. Segundo o delegado Eurico da Cunha Neto, chefe do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, a atuação busca garantir dignidade.
“Sabemos que muitas famílias perderam não apenas suas casas, mas também documentos essenciais para o exercício da cidadania. Por isso, nossas equipes, com o apoio do Instituto de Identificação, estão mobilizadas para facilitar a emissão de documentos de identidade diretamente no local de acolhimento, assegurando que essas pessoas possam retomar o acesso a serviços básicos, benefícios e direitos", afirmou.
No bairro Jardim Natal, em Juiz de Fora, seis residências foram invadidas pela enchente. Pessoas limpam suas casas, removem móveis e utensílios, máquinas tentam desobstruir o leito do córrego que está repleto de destroços
Túlio Santos/EM/D.A Press
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No bairro Jardim Natal, em Juiz de Fora, moradores começam os serviços de limpeza após residências serem tomadas pelas águas
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Bairro Jardim Natal, em Juiz de Fora, foi um dos atingidos pelos desastres climáticos
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A polícia orienta que as pessoas que precisarem de novos documentos levem qualquer um que ainda tiver, mesmo que danificado. Caso não tenham documentos originais, podem apresentar no atendimento cópias, certidões de nascimento ou casamento, boletins de ocorrência, comprovantes digitais acessíveis pelo celular.
Na ausência total de documentos, qualquer outra informação que auxilie na identificação pode ser usada, como nome completo, nome dos pais, data e local de nascimento. De acordo com a PCMG, as equipes foram orientadas a analisar cada situação de forma individualizada, considerando que muitas vítimas perderam tudo o que tinham por causa das chuvas.
Até a publicação desta matéria, 63 pessoas foram mortas em Juiz de Fora, vítimas de soterramento, com idades entre 3 e 79 anos. A cidade tem trechos em que não há mobilidade e dezenas de imóveis que desabaram.