Bombeiros entram na trend de objetos que falam
Vídeo feito por IA mostra objetos do dia a dia dando dicas para evitar acidentes
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A “trend dos objetos que falam”, que vem dominando redes sociais como TikTok e Instagram, chegou ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). Em vídeo publicado no perfil oficial da corporação, objetos do dia a dia dão dicas para evitar acidentes.
A trend consiste em dar “vida” a objetos inanimados, que passam a falar diretamente com o espectador. Por meio de filtros e efeitos, olhos e boca são adicionados a itens comuns, criando diálogos engraçados ou inesperados. Aderindo a esse movimento, os bombeiros mineiros lançaram um vídeo animado em estilo 3D, que lembra produções da Pixar, no qual objetos ganham voz para alertar sobre perigos domésticos, de trânsito e situações de risco em ambientes aquáticos. A proposta é simples: usar a leveza da trend para transmitir mensagens que podem salvar vidas.
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O vídeo é estruturado em pequenas cenas, cada uma com um objeto “vivo” explicando um risco comum e como evitá-lo. Na cozinha, uma panela de pressão, com expressão apavorada, alerta para um erro frequente: nunca resfriá-la bruscamente com água enquanto ainda está quente, já que o choque térmico pode provocar explosões.
Outro destaque é o celular carregando sobre a cama, que aparece “suando” e sem fôlego. Ele avisa sobre o risco de incêndio ao deixar aparelhos eletrônicos carregando sobre colchões e travesseiros, superfícies inflamáveis que podem potencializar falhas na bateria.
Ainda no ambiente doméstico, uma frigideira com óleo em chamas entra em pânico quando alguém tenta jogar água no fogo. A cena reforça um alerta clássico dos bombeiros: água em óleo quente provoca uma explosão imediata de chamas.
No trânsito, a animação dá voz à traseira de um caminhão, que conversa com um motociclista posicionado em um ponto cego. O recado é direto: se o motociclista não vê o motorista pelo retrovisor, o motorista também não o vê.
Já um capacete pendurado no braço chama a atenção para um risco pouco comentado. Em caso de queda, mesmo em baixa velocidade, ele pode funcionar como uma alavanca e causar fraturas graves. O lugar do capacete, como o próprio objeto lembra, é na cabeça.
A prevenção contra incêndios aparece com uma porta corta-fogo simpática, que explica como mantê-la fechada ao dormir ou sair de casa pode retardar a propagação das chamas, aumentando as chances de resgate.
Em ambientes naturais, uma rocha à beira de uma cachoeira alerta um jovem prestes a pular na água sobre o risco de mergulhar em locais desconhecidos. O objeto explica que pedras submersas podem causar lesões graves na coluna, levando até à tetraplegia.
O cuidado com crianças também ganha espaço. Dois maiôs, um laranja vibrante e outro azul, conversam sobre a visibilidade na água. O laranja explica que cores fortes facilitam a identificação de crianças em piscinas e praias, enquanto tons azulados tendem a “se camuflar”.
Outra dica vem de uma boia infantil: equipamentos de flutuação não substituem a supervisão de um adulto. Crianças nunca devem ficar sozinhas na água, mesmo usando boias.
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