ARREPENDIMENTO

Jordana, ex-BBB 26, admite erro em uso de cota racial em concurso

Ex-sister diz que não repetiria atitude e afirma que episódio foi tirado de contexto. Caso ocorreu em 2015, quando ela se inscreveu para vaga no TJDFT

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A advogada Jordana Morais, eliminada no 17º paredão do BBB 26 (Globo) na quinta-feira (16/4), comentou a polêmica envolvendo o uso de cotas raciais em um concurso público em 2015. A ex-sister admitiu o erro e afirmou que não repetiria a atitude. "A gente vive, a gente aprende", disse.

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Jordana também demonstrou incômodo ao comentar o apelido "Nega Jô", que passou a circular nas redes sociais durante o confinamento, e afirmou que o episódio foi "tirado de contexto". "Eu tinha 19 anos na época e não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Hoje, não faria isso", disse.

 


À época, ela se inscreveu para uma vaga no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) utilizando a cota destinada a candidatos negros e pardos, apesar de ser uma mulher branca. Segundo Jordana, sua percepção sobre identidade racial era diferente naquele momento.

"Na minha infância, eu não era vista como uma mulher branca. Hoje entendo a seriedade do assunto, a responsabilidade e não faria novamente", afirmou.

A brasiliense acrescentou que sequer se lembrava do episódio. "Foi um concurso que fiz, fui lá fazer a prova. Ponto. Os erros estão aí, a gente entende e aprende", resumiu ao portal Leo Dias.

Quando o caso veio à tona, ainda durante o reality, a equipe de Jordana afirmou que ela se identifica como parda e, portanto, teria direito à cota.

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Os representantes ainda citaram a definição do IBGE, que considera parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça. Também ressaltaram que a brasiliense não chegou a assumir cargo público em decorrência do concurso.

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