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Biblioteca Nacional promove concurso de sósias de Clarice Lispector

Evento segue a onda de uma série de competições que ganharam as redes sociais nos últimos meses. Vencedor ganhará todas as crônicas de Clarice Lispector

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A Biblioteca Nacional de Brasília promove, no próximo sábado (21/12), um concurso de sósias da Clarice Lispector. Os participantes deverão ler uma frase e interpretá-la como se fossem a escritora. Os critérios avaliados serão figurino, interpretação e carisma.

Uma comissão composta por três membros escolherá a grande vencedora ou vencedor. "Prepare o carão, o figurino, a performance e mostre todo o seu talento. Seja a Clarice da Biblioteca Nacional de Brasília", diz a publicação.

Quem vencer o concurso ganhará todas as crônicas de Clarice Lispector em capa dura. A premiação para o segundo lugar será de todos os contos da escritora e o terceiro colocado levará todas as suas cartas.

O evento segue a onda de uma série de competições que ganharam as redes sociais nos últimos meses. No início deste ano, um concurso promovido por um cinema no Rio de Janeiro buscou o sósia do ator Selton Mello. Além disso, a Biblioteca Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (BCE/UnB) também recebeu um concurso de sósias do escritor Machado de Assis.

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Quem é Clarice Lispector?

Clarice Lispector nasceu em 10 de dezembro de 1920 na Tchetchelnik, na Ucrânia. Ela veio com os pais para Maceió, em 1921, ainda recém-nascida. Aos sete anos, ela já escrevia histórias infantis.

Em 1934, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou Direito. Em seguida, começou a trabalhar na Agência Nacional, como redatora. Casou-se com um diplomata e teve dois filhos. Nesta época, lançou seu primeiro livro Perto do coração selvagem.

Em 1959, após separar-se do marido, fixou residência no Rio de Janeiro. Nessa época, Clarice escreveu contos para a revista Senhor, fez entrevistas para a revista Manchete, colaborou em colunas para o Jornal da Tarde, Correio da Manhã e, anos depois, para o Jornal do Brasil, além de manter a coluna Só para mulheres, no Diário da Noite.

Em 1962, ela recebeu o prêmio Carmem Dolores pelo romance A Maçã no Escuro. Em 1967, recebeu o prêmio Calunga, da Companhia Nacional da Criança pela publicação de O Mistério do Coelho Pensante. Em 1976, recebeu o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal pelo conjunto de sua obra. Seu último livro, A Hora da Estrela, foi adaptado para o cinema nos anos 80. Clarice morreu em 9 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro, em decorrência de um câncer no ovário.

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