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Estado de Minas BENEFÍCIO GARANTIDO

Bolsonaro garante Auxílio Brasil de R$ 600 em 2023, caso reeleito

Chefe do Executivo contrariou o secretário do Tesouro que afirmou na última semana que em 2023 o benefício seria reduzido a R$ 400


02/08/2022 21:51 - atualizado 02/08/2022 22:37

Presidente Jair Bolsonaro (PL)
Presidente Jair Bolsonaro (PL) garantiu auxílio de R$ 600, caso reeleito (foto: Reprodução/SBT)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou, nesta terça-feira (2/8), que o Auxílio Brasil de R$ 600 depende de uma nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a ser aprovada no Congresso Nacional.
 
O chefe do Executivo afirmou que conversou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que garantiu a manutenção do benefício, contrariando o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago.
 

 
“Hoje, conversando com o próprio Paulo Guedes, com a equipe econômica, está garantido isso daí dentro da responsabilidade fiscal, entre outras coisas faremos também dentro da responsabilidade fiscal, como por exemplo, uma correção na tabela do Imposto de Renda”, afirmou, em entrevista ao SBT Brasil.
 

Mas, para que isso seja possível, o chefe do Executivo também comentou que precisará da ajuda do Congresso Nacional para aprovar uma nova PEC. “Não vai ter problema (no Orçamento) porque teremos responsabilidade para isso. É o que foi acertado hoje com o Paulo Guedes. Logicamente, vamos depender do Parlamento após as eleições”, disse. Ele contou que hoje tem um bom relacionamento com o Poder Legislativo.

Bolsonaro contraria secretário do Tesouro

Na última semana, o secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, informou que para 2023, o Auxílio Brasil no valor de R$ 600 é um “grande desafio” e custaria até R$ 60 bilhões aos cofres públicos.

Por isso, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2023, deve prever o benefício em R$ 400.
 
Ao ser questionado sobre a fala do secretário, Bolsonaro informou: “Quem decide isso é o ministro da Economia”. Ele informou que tem espaço no Orçamento, já que o Brasil bateu recorde de arrecadação e precisam “amparar os mais humildes”.


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