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Estado de Minas PANDEMIA

Kalil sobre flexibilizar máscaras em BH: 'Uma barbaridade absoluta'

Proposta feita pelo presidente Jair Bolsonaro, ao Ministério da Saúde, pode retirar o uso obrigatório de máscaras no Brasil; o prefeito disse ser contra


14/06/2021 12:22 - atualizado 14/06/2021 12:51

Em entrevista, o prefeito de Belo Horizonte disse que medida só será adota após comprovação científica(foto: Redes sociais/Reprodução)
Em entrevista, o prefeito de Belo Horizonte disse que medida só será adota após comprovação científica (foto: Redes sociais/Reprodução)
O prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) disse que não adotará na cidade a medida que visa flexibilizar a obrigatoriedade de uso de máscara para vacinados contra a COVID-19, caso aprovada. O requerimento foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na última quinta-feira (10/6).

Em entrevista ao portal Uoltransmitida ao vivo pela internet na manhã desta segunda-feira (14/6), o gestor municipal informou que, para ele, o protocolo não é condizente com a realidade do país neste momento da pandemia.

Nos Estados Unidos, a permissão acontece somente depois do país ter alcançado a marca de mais de 46% da população imunizada com pelo menos a primeira dose.

“O ministro está completamente acuado. Um médico falar que vai estudar a retirada de máscaras, é uma barbaridade absoluta. A não ser que haja um estudo que saiu na 'Science' que a máscara faz mal. Não consigo mais,  estou cansado, estou esgotado. Estou de saco cheio, como venho falando, de coisas sem pé nem cabeça, frases loucas, soltas à deriva”, declarou o político.

Kalil também criticou as revelaçõesinvestigadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, sobre as negociações do governo federal na compra das vacinas da Pfizer e da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

Segundo documentos entregues à CPI, em 27 de agosto de 2020, a Pfizer procurou a embaixada brasileira em Washington para pedir ajuda junto ao governo brasileiro para conseguir uma resposta sobre a compra dos imunizantes pelo Brasil. O pedido foi repassado pela embaixada ao Ministério das Relações Exteriores, que recebeu a informação no dia seguinte.

“Eu fiquei impactado quando eu soube que não queriam a vacina. O resto que está falando mentira, o resto não me impactou em nada. Quando eu soube que viraram a cara para o Butantan e bateram lá em Washington para oferecer e agora estamos ajoelhados nos pés deles pedindo uma esmolinha. Isso é o que é impactante e o que deve ser explicado”, disse.

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Desde a identificação do vírus Sars-CoV2, no começo de 2020, a lista de sintomas da COVID-19 sofreu várias alterações. Como o vírus se comporta de forma diferente de outros tipos de coronavírus, pessoas infectadas apresentam sintomas diferentes. E, durante o avanço da pesquisa da doença, muitas manifestações foram identificadas pelos cientistas. Confira a relação de sintomas de COVID-19 atualizada.

O que é a COVID-19?

A COVID-19 é uma doença provocada pelo vírus Sars-CoV2, com os primeiros casos registrados na China no fim de 2019, mas identificada como um novo tipo de coronavírus pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em janeiro de 2020. Em 11 de março de 2020, a OMS declarou a COVID-19 como pandemia.

(foto: Hudson Franco/EM/D.A Press)
(foto: Hudson Franco/EM/D.A Press)

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