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Estado de Minas COMPRA DE VACINAS

Vacina russa: STF dá 30 dias para Anvisa decidir sobre pedido dos estados

Segundo Ricardo Lewandowski, caso a agência ultrapasse esse prazo, os governos estaduais poderão comprar e distribuir o imunizante à população local


23/04/2021 16:15 - atualizado 23/04/2021 16:36

A decisão de Lewandowski confere o prazo do artigo 16, parágrafo 4º, da Lei 14.124/2021, que trata das medidas relativas à aquisição de vacinas e de insumos contra a COVID-19(foto: STF/Reprodução)
A decisão de Lewandowski confere o prazo do artigo 16, parágrafo 4º, da Lei 14.124/2021, que trata das medidas relativas à aquisição de vacinas e de insumos contra a COVID-19 (foto: STF/Reprodução)
O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou por meio de decisão do ministro Ricardo Lewandowski, nesta sexta-feira (29/4), que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem um prazo de 30 dias para decidir sobre o pedido de importação da Sputnik V, vacina russa contra COVID-19, pelos estados do Ceará, Amapá e Piauí. 


Mais cedo, a Anvisa anunciou que a diretoria colegiada marcou para às 18h de segunda-feira (26/4) uma reunião extraordinária com o objetivo de avaliar pedidos de importação da vacina russa.

A decisão de Lewandowski confere o prazo do artigo 16, parágrafo 4º, da Lei 14.124/2021, que trata das medidas relativas à aquisição de vacinas e de insumos contra a COVID-19.
 

Números

Nessa quinta-feira (22/4), o país contabilizou 14.172.139 casos e 383.757 mortes por COVID-19. 

A média móvel de mortes no Brasil nos últimos sete dias chegou a 2.543. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -13%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

O Brasil registra 92 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 37 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia.
 
* Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie. 
 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:



 
 
 
 


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