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Estado de Minas FEIRA DA AFONSO PENA

'Feira hippie' mais longa recebe bom público e tem menos aglomeração

Para evitar as aglomerações a organização pode distribuir melhor as barracas com o alongamento da feira em 350 metros (+58%). Foram quase 2 meses de fechamento


16/05/2021 13:21 - atualizado 16/05/2021 15:36

Grandes sacolas de compras na Feira da Afonso Pena: boas vendas(foto: Jair Amaral/EM/D.A.Press)
Grandes sacolas de compras na Feira da Afonso Pena: boas vendas (foto: Jair Amaral/EM/D.A.Press)
Pelo segundo domingo consecutuvo, a tradicional Feira de Artesanato da Avenida Afonso Pena (Feira Hippie) abriu após as restrições para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus e atraiu um público considerável.

Para evitar aglomerações mais densas, que no passado até impediam uma circulação livre das pessoas entre os expositores, a organização distribuiu melhor as barracas com o alongamento da feira em 350 metros (58% a mais), impedindo a proximidade, que favorece a disseminação do vírus.

Antes, a feira se concentrava nos 600 metros da Avenida Afonso Pena, entre as ruas da Bahia e dos Guajajaras/Avenida Carandaí, passando a ter 950 metros - indo da Rua dos Guajajaras/Avenida Carandaí até a Praça Sete.

Feira de Artesanato Afonso Pena foi alongada para não gerar aglomerações (foto: Jair Amaral/EM/D.A.Press)
Feira de Artesanato Afonso Pena foi alongada para não gerar aglomerações (foto: Jair Amaral/EM/D.A.Press)
O espaço de lazer e comércio voltou a registrar boa procura, ainda que longe de uma ocupação densa de cada metro quadrado da pista da Avenida Afonso Pena, como era antes da pandemia. Em duplas ou pequenos grupos, frequentadores voltaram a experimentar roupas, calçados, aderços e objetos confeccionados pelos expositores.

Pela presença notável das grandes sacolas de plástico verdes usadas para transportar compras, o faturamento foi bom para os expositores, que vinham amargando quase dois meses de proibição de abertura.

 


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas


 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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