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Estado de Minas PANDEMIA

Kit intubação: Minas recebe 220 mil unidades de medicamentos

Itens foram comprados pelo Governo de Minas Gerais e serão destinados a hospitais com baixos estoques dos remédios


01/05/2021 14:13 - atualizado 01/05/2021 14:27

Diante do cenário de alerta, Minas Gerais conta com a rede solidária da Saúde Pública, que permite o remanejamento de insumos entre as instituições (foto: Fábio Marchetto/ Governo de Minas/ Divulgação )
Diante do cenário de alerta, Minas Gerais conta com a rede solidária da Saúde Pública, que permite o remanejamento de insumos entre as instituições (foto: Fábio Marchetto/ Governo de Minas/ Divulgação )
O Governo de Minas recebeu, neste sábado (1º/5), medicamentos do kit intubação para atender hospitais que se encontram em níveis considerados críticos da disponibilidade dos remédios. O estoque de sedativos utilizados na intubação do paciente infectado com a COVID-19 encontra-se em nível de alerta para o enfrentamento da pandemia.


A aquisição da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) conta com 220 mil ampolas de fentanil - fármaco essencial para a sedação dos pacientes.

Ainda no final do dia, a expectativa é de que a SES-MG também receba, do Ministério da Saúde, outras 10 mil ampolas de atracúrio.

Distribuição


Nesta próxima semana, os sedativos serão disponibilizados para as unidades hospitalares, quando também será divulgada a relação e quantitativos que cada estabelecimento irá receber.

A SES-MG, juntamente com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), faz levantamento periódico dos estoques dos prestadores e fornecedores de medicamentos e insumos das unidades hospitalares.

De acordo com a pasta, também é monitorado o abastecimento de medicamentos nas redes públicas e privadas de assistência médico-hospitalar, que devem informar regularmente à SES-MG sobre o quantitativo de estoques de remédios e insumos disponíveis.

Monitoramento


Segundo a SES-MG, assim que cada remessa chega ao estado, o resultado do monitoramento semanal é analisado. O monitoramento é feito por meio de um formulário on-line preenchido por cada instituição hospitalar a respeito de seus estoques.

O cadastro fica aberto de quinta à segunda-feira, período no qual os dados sobre medicamentos são computados. Com base nessas informações, o Estado tem um panorama dos estoques de medicamentos das instituições no momento em que cada estabelecimento de saúde repassa seus respectivos dados.

Estes indicadores também são utilizados para dimensionar compras estaduais, visando retaguarda assistencial, sem prejuízo de atendimento a situações específicas.

Diante do cenário de alerta, Minas Gerais conta com a rede solidária da Saúde Pública, que permite o remanejamento de insumos entre as instituições que observam aumento no consumo de sedativos. O objetivo é atender os hospitais mais necessitados e com estoque mais baixos, a partir de unidades que detenham estoques mais estáveis, garantindo, de modo emergencial, a adequada assistência aos pacientes.

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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