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Estado de Minas PANDEMIA

Linha do tempo: confira quantas vezes Kalil fechou BH durante a pandemia

Todas as vezes em que o painel da COVID-19 registrou o aumento de infecções e ocupações de leitos, Kalil fechou a capital


19/04/2021 19:36 - atualizado 19/04/2021 20:21

BH teve, desde o início da pandemia, 16 flexibilizações e 6 fechamentos(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
BH teve, desde o início da pandemia, 16 flexibilizações e 6 fechamentos (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Um ano e 1 mês depois do primeiro fechamento de Belo Horizonte pela pandemia de COVID-19, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), anunciou mais uma nova flexibilização. A capital mineira ganhou visibilidade nacional pela política de “abre e fecha” e pela contenção da pandemia. 

BH teve, desde o início da pandemia, 16 flexibilizações e seis fechamentos. Todas as vezes em que o termômetro do painel da COVID registrou o aumento de infecções e ocupações de leitos, Kalil voltou atrás.
 
O primeiro fechamento da cidade aconteceu na Fase de Controle, em 20 de março de 2020. Nesta fase, apenas  supermercados, farmácias, laboratórios, clínicas, hospitais e demais serviços de saúde em funcionamento no interior de shoppings centers e outros centros de comércio ficaram abertos.

Cerca de um mês depois, Kalil fez a primeira flexibilização, na qual ele chamou de "Fase 1", em que salões de beleza e varejo de imóveis também poderiam funcionar. A "Fase 2" dessa flexibilização, realizada em 8 de junho, foi marcada pela reabertura de lojas de artigos esportivos, bebidas, floriculturas, instrumentos musicais e tabacarias.
Em seguida à flexibilização, Kalil, pela primeira vez, em 8 de junho de 2020, precisou recuar. Novamente a cidade precisou voltar à fase em que apenas o comércio essencial podia funcionar.
 
Entre alguns “abres e fechas”, o prefeito acabou chamando a atenção dos políticos nacionais. O nome dele chegou até mesmo a ser cotado para vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) critou o prefeito de BH. Em declaração na portaria do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, Bolsonaro afirmou: “Dizem que não estou preocupado com a vida, que sou genocida. Prefeituras deitaram e rolaram no ano passado com o lockdown. E o povo reelegeu esses caras. Olha BH, reelegeram", afirmou.

Leia: Bolsonaro critica Kalil por restrições em BH: 'Reelegeram esse cara'

Durante coletiva para anunciar mais uma retomada, Kalil respondeu o chefe do Executivo. Questionado sobre uma conversa direta com o presidente, o prefeito afirmou que “só por sinal de fumaça”. “Eu sou prefeito de Belo Horizonte. Se o governador de São Paulo não consegue, se o governador do Rio de Janeiro não consegue...Bolsonaro não me recebe, só  se for por sinal de fumaça”, disse.

Leia: Kalil: 'Conversar com Bolsonaro só se for com sinal de fumaça'

Em seguida, o prefeito anunciou a reabertura da cidade. Veja os horários de funcionamento do comércio a partir de quinta em BH 

O Estado de Minas fez uma linha do tempo para acompanhar as decisões do prefeito da capital mineira.

Confira:
 

  • 20/mar/20 - Fase de controle - Apenas atividades essenciais podem funcionar

  • 25/mai/20 - Flexibilização - FASE 1- Estão liberados funcionar:  salões de beleza (exceto clínicas de estética), varejo de móveis, cama, mesa e banho e afins 

  • 8/jun/20 - Flexibilização - FASE 2 -  Estão liberados funcionar: lojas de artigos esportivos e bebidas;  floriculturas; instrumentos musicais; tabacarias

  • 29/jun/20 - PBH volta  fechar a cidade - Apenas atividades essenciais podem funcionar

  • 6/ago/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: o comércio varejista e atacadista; salões de beleza; shoppings e galerias; drive-in

  • 24/ago/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar:  parques públicos; bares, restaurantes e lanchonetes (almoço com restrição de dias e horários)

  • 31/ago/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: academias de ginástica e clínicas de estética

  • 4/set/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: bares, restaurantes e lanchonetes (final de semana e feriados com restrições)

  • 19/set/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: clubes; música ao vivo em bares, que tiveram horário ampliado

  • 23/set/20 - Flexibilização - Esta liberado funcionar: feiras permanentes

  • 6/out/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: comércio de bebidas alcoólicas de segunda a domingo com horários restritos

  • 10/out/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: museus e galerias de arte

  • 31/out/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: cinemas, teatros e casas de shows;  Feiras, exposições, congressos e seminários, com limitação de público; eventos gastronômicos

  • 30/nov/20 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar:  feiras de negócios, exposições, congressos e seminários, com necessidade de licitação para público acima de 600 pessoas

  • 11/jan/21 - PBH volta fechar a cidade - Suspensas todas as atividades não essenciais

  • 1/fev/21 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: consumo em padarias e lanchonetes, atividades comerciais não essenciais e serviços

  • 8/fev/21 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: venda de bebidas para consumo no local em restaurantes, bares e similares, das 11h às 22h

  • 18/fev/21 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: parques temáticos e de diversão; aval a música ao vivo em bares

  • 6/mar/21 -  PBH volta fechar a cidade- Estão suspensas todas as atividades não essenciais

  • 13/mar/21 - PBH volta fechar a cidade--  Praças, parques e pistas de corrida fechados

  • 15/mar/21 - PBH volta fechar a cidadeSão fechados o comércio de insumos da construção civil e escolas de música e idiomas; cultos religiosos coletivos proibidos e restaurantes e bares podem funcionar apenas com delivery 

  • 23/mar/21 - PBH volta fechar a cidade- Kalil anuncia restrições ao funcionamento do comércio essencial nos domingos

  • 22/abr/21 - Flexibilização - Estão liberados a funcionar: comércio varejista e atacadista não essencial, inclusive em shoppings e galerias; salões de beleza; academias; serviços drive-in; consumo de alimentos no local em restaurantes e bares; escolas de idiomas, centros esportivos e artísticos e afins; creches e escolas infantis


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