O comportamento de busca no Google nesta terça-feira (24/2) ilustra o tamanho da emergência na Zona da Mata. O volume de pesquisas por "Juiz de Fora" teve um aumento repentino de 1.000% e acumulou mais de 50 mil buscas em um curto intervalo de tempo, segundo o Google Trends, ferramenta que monitora as buscas no site.

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Entre esta segunda (23/2) e terça-feira, Juiz de Fora enfrentou um temporal devastador que levou a prefeitura a decretar estado de calamidade pública.

O desastre marcou um recorde histórico: fevereiro de 2026 tornou-se o mês mais chuvoso da história da cidade, com 579,3 mm de chuva acumulada, superando a marca de 1988.

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A tragédia resultou em pelo menos 16 mortes confirmadas e deixou 440 pessoas desabrigadas por enquanto. A intensidade do evento se reflete não apenas nas ruas, mas também no comportamento online da população.

Mas o que as pessoas estão efetivamente procurando?

A quebra das tendências (trend breakdown) mostra que o leitor abandonou a busca genérica e passou a caçar informações de sobrevivência e serviço. O termo "alerta defesa civil" divide espaço com repetidas variações sobre a "previsão do tempo". Outro dado revelador é a busca direta por veículos regionais, mostrando a necessidade urgente de atualizações hiperlocais. A presença forte de "Ubá" entre os termos atrelados a Juiz de Fora também mostra que a crise afetou a cidade na mesma região, que também enfrenta um cenário de destruição.

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Da notícia à sobrevivência: a mudança no padrão de busca

O pânico e a necessidade de informação imediata fez com que as buscas se concentrassem em termos genéricos, como "chuva em Juiz de Fora" ou notícias em portais locais, fontes confiáveis que cobriram o evento intensamente. No entanto, à medida que a gravidade da situação se tornava clara, o padrão mudou drasticamente.

Consultas sobre notícias deram lugar a buscas por sobrevivência. Termos como "abrigos em Juiz de Fora", "telefone Defesa Civil", "o que fazer em caso de deslizamento" e "pontos de alagamento" passaram a dominar as pesquisas, revelando uma população em busca de ajuda direta e orientações para se proteger.

Como pedir ajuda

As autoridades reforçam a importância de procurar locais seguros e acionar os canais oficiais. Em caso de emergência, o telefone da Defesa Civil é o 199. É fundamental estar atento a sinais de perigo, como rachaduras em paredes, inclinação de árvores ou postes e o surgimento de fendas e minas d'água no terreno.

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Este conteúdo foi gerado com o auxílio de inteligência artificial e revisado por um editor humano para garantir sua precisão e relevância.

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