HOSPITAL JOÃO XXIII

Ex-mulher do goleiro Bruno sai do CTI, mas segue internada em BH

Ela havia dado entrada no João XXIII na madrugada desse domingo (5/7), após ficar três dias desaparecida

Publicidade
Carregando...

Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, ex-mulher do goleiro Bruno, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) e foi direcionada a um quarto de enfermaria do Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

 

Segundo informações obtidas pelo Estado de Minas, Dayanne havia sido internada no setor de politraumatizados, entubada e em estado grave. 

Ela deu entrada no hospital, na madrugada de domingo (5/7). A mulher estava desaparecida por três dias. O atual parceiro notou o sumiço dela na quinta-feira (2/7). 

Desaparecimento

Dayanne desapareceu na manhã de quinta. O atual companheiro registrou um boletim de ocorrência na madrugada de sexta (3/7), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo o registro policial, ela deixou cartas em tom de despedida e o celular na residência onde morava com o companheiro. No aparelho, ele encontrou conversas relacionadas a dívidas. 

Antes de desaparecer, Dayanne deixou os filhos na casa da mãe, por volta das 11h, e não fez mais contato. Ela foi casada com o goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio da modelo Eliza Samúdio em 2010. 

Polícia encerra investigação

A Polícia Civil (PCMG) encerrou a investigação sobre o desaparecimento de Dayanne. Segundo a corporação, as diligências realizadas apontam que ela desapareceu voluntariamente, e não foram encontrados indícios da prática de crime.

Pronunciamento da mãe de Eliza

No sábado (4/7), a mãe de Eliza Samúdio, Sônia Moura, comentou o desaparecimento de Dayanne, por meio das redes sociais.

Na publicação, ela cobrou respostas das autoridades e afirmou esperar que o caso tivesse um desfecho diferente do desaparecimento de Eliza.

"Minha filha, há 16 anos, foi dada como desaparecida e até os dias atuais não tenho resposta. A minha filha virou estatística. Será que Dayanne fará parte dessa estatística? Espero que o final seja positivo", escreveu.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

*Estagiário sob supervisão do subeditor Thiago Prata

Tópicos relacionados:

bh hospital policia saude

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay