RISCO

Chuvas: Porteirinha interdita pontes e passagens molhadas do município

Segundo a prefeitura, a única forma segura de travessia é pela ponte principal, na Avenida Dalton Cunha. Barragem rompeu parcialmente na cidade

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A Prefeitura de Porteirinha (MG), no Norte do estado, informou, na tarde deste domingo (1°/3), que pontes e passagens molhadas do município estão interditadas. Segundo o Executivo Municipal, devido ao grande volume de chuvas registrado no município, o nível de água nas passagens está acima do permitido para o tráfego, o que oferece risco à segurança. 

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Ainda de acordo com a prefeitura, a única forma segura de travessia é pela ponte principal, na Avenida Dalton Cunha. 


“Pedimos a compreensão de todos e reforçamos: não tentem atravessar locais interditados. A segurança da população é prioridade. Seguimos informando pelos canais oficiais da prefeitura. A prioridade é preservar vidas”, diz o comunicado publicado nas redes sociais. 

Alerta máximo

Na manhã de hoje, a Prefeitura de Porteirinha emitiu um “alerta máximo” para que moradores de comunidades rurais em situação de risco, abaixo da barragem do Rio Lajes, na zona rural do município, procurem se deslocar para locais seguros, tendo em vista o risco de rompimento total do barramento, devido às fortes chuvas registradas na região.

O alerta para a evacuação das áreas baixas na região foi emitido depois que, por volta das 8h deste domingo, houve o rompimento parcial da estrutura da barragem – próximo ao sangradouro. De acordo com a Prefeitura de Porteirinha, por meio de sua assessoria de imprensa, não houve vítimas. 

As comunidades atingidas abaixo da barragem são: Lajes, Barreiro, Rio Pequeno, Barroca, Mocambo dos Bois, Biquinha, Pedra Ladeira e Olhos d'Água de Cima.

À tarde, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) detalhou os danos na barragem, que teve rompimento parcial. 

Segundo o capitão Franklin Xavier, é possível observar que o vertedouro foi danificado, além do talude apresentar algumas erosões. 

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Ele destaca que abaixo da estrutura vivem cerca de 42 famílias ou mais de 100 pessoas, que foram devidamente orientadas a procurar um local seguro, já que há possibilidade de rompimento total da barragem.

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