PROJETOS PARA 2026

Sem crise: Pequena Lô faz 30 anos e vive nova fase da carreira

Influenciadora mineira, que também é psicóloga, está com nova palestra e segunda temporada do talk show "Divã da Lô"

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A influenciadora Pequena Lô acaba de completar 30 anos, vivendo um momento simbólico da carreira: a segunda temporada do talk show “No Divã da Lô”, produção original do LIKE+ em parceria com a Mynd. O programa estreia nesta quinta-feira (22/1), às 20h, no YouTube e marca uma fase ainda mais madura, livre e diversa da apresentadora. Além da atração, a mineira também está com uma nova palestra, com a qual deve viajar por todo o Brasil. 

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“Eu não vejo a crise dos 30 como crise. Eu gosto de olhar e pensar: com 30 anos, olha o tanto de coisa que eu já conquistei. E, ao mesmo tempo, eu já tenho 30 anos e ainda tenho 30 anos”, diz Lô. Para ela, a chegada da nova década vem acompanhada de mais clareza sobre ciclos, escolhas e planos — sem pressa e sem comparações. “É uma maturidade maior, de entender o que faz sentido continuar e o que já não combina mais comigo”, reflete.

O aniversário foi celebrado na quarta-feira, mas o talk show é considerado um presente especial para os fãs da influenciadora. “Completar 30 anos vivendo esse novo momento da minha carreira é muito simbólico. O aniversário é meu, mas quem ganha o presente é o público. O ‘No Divã da Lô’ está de volta, mais livre e ainda mais divertido”, adianta.

A segunda temporada conta com cinco episódios inéditos, cada um com um convidado especial: a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), a cantora e ex-BBB Karol Conká, o ator e influenciador digital Vítor diCastro, o influenciador e streamer Brino e o influenciador digital e empreendedor Matheus “Tet Trem” Machado. 

O episódio de estreia é com Erika Hilton, em um bate-papo que mistura humor, espontaneidade e reflexões sobre vida pessoal, exposição pública e os desafios da atuação política.

“A gente fala de assuntos muito sérios, mas também mostra lados que as pessoas não costumam ver. Com a Erika, por exemplo, falamos de política, claro, mas também de questões pessoais. Ela conta detalhes do noivado que nunca tinha contado antes”, explica Lô.

A diversidade de perfis é uma escolha consciente. “Meu conteúdo sempre dialogou com várias idades, da criança ao idoso”, afirma. No programa, essa característica se mantém: há humor, mas também conversas sobre saúde mental, carreira e vivências pessoais. “Eu não queria um programa em que todo mundo contasse a mesma história que já contou mil vezes.”

Formada em Psicologia, Lô reconhece que sua formação influencia diretamente a condução das entrevistas. Sem assumir um papel clínico, ela cria um ambiente de acolhimento, que faz diferença. “A psicologia me ajuda a acessar histórias com cuidado, sem agressividade. O divã não é só cenário, ele cria um espaço de confiança.” 

A nova temporada também traz novidades nos quadros. O “Divã da Rô” foi reformulado e agora analisa situações enviadas pelo público, com comentários diretos e sem filtro. Já os quadros queridos da primeira temporada, como “Entrevista na Balada” — em que o convidado responde perguntas ouvindo música alta nos fones — e o circuito de choque, seguem garantindo momentos caóticos e divertidos.

Palestras

Além do podcast, 2026 também marca um ano intenso nas palestras que Lô realiza pelo Brasil. É um espaço que ela valoriza pela proximidade com o público e pela chance de mostrar facetas que vão além da criação de conteúdo. “Muita gente ainda não sabe que eu sou psicóloga”, conta. Nos encontros, ela fala sobre saúde mental, carreira, exposição pública, infância e acessibilidade.

Sobre esse último tema, Lô é direta: apesar de avanços pontuais, a acessibilidade no Brasil ainda é precária. Ela relembra um episódio de 2014, em Uberlândia, quando sua mãe mandou construir uma rampa por conta própria após a prefeitura negar a obra. “A rampa está lá até hoje. Não foi importante só para mim. Acessibilidade não é favor, é lei. É sobre autonomia.”

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Entre viagens, gravações e compromissos, é em Minas Gerais que Lô encontra descanso. Natural de Araxá, ela diz que voltar ao estado é sair da pressão constante de São Paulo. “É outra vibe. É família, amigos de infância, tranquilidade.” E, claro, a comida. “Pão de queijo de verdade só em Minas. Feijão tropeiro, tutu da minha avó, café… não tem igual”, reconhece.

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