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Estado de Minas CÂMARA DE BH

Kalil: 'Quem tem medo de CPI, Ministério Público e Justiça é bandido'

Brefeito de Belo Horizonte comentou neste domingo (20/3) eventual abertura de uma investigação na Câmara contra a primeira-dama, Ana Laender


20/03/2022 12:04 - atualizado 20/03/2022 12:36

Visita do prefeito Alexandre Kalil (PSD), neste domingo (20/3), à Vila Acaba Mundo, Região Sul de BH
Prefeito Alexandre Kalil (PSD) diz não ter medo de uma nova CPI na Câmara Municipal (foto: Edesio Ferreira/EM/D.A Press)
A possibilidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Belo Horizonte para investigar a primeira-dama do município Ana Laender, não assusta o prefeito Alexandre Kalil (PSD). Neste domingo (20/3), ele disse que os vereadores podem abrir quantas investigações quiserem porque não vão encontrar nenhuma ilegalidade.


O requerimento foi entregue à Mesa Diretora da Câmara na última quinta-feira (17/3) e pede abertura da CPI para investigar supostas práticas de improbidade administrativa pelo prefeito, para favorecer o “Movimento Gentileza”, coordenado pela primeira-dama. No total, o documento possui 14 assinaturas de um grupo de vereadores que fazem oposição ao prefeito.

Eles alegam que receberam denúncias de favorecimento do prefeito à sua esposa, dizendo que ela teria utilizado um gabinete da prefeitura para fazer reuniões do projeto. "Muito embora sua cônjuge não seja nomeada como funcionária pública (o que é proibido), é possível verificar que Ana Laender realizava reuniões e atendimentos ligados ao seu projeto pessoal de dentro da sede da PBH", diz trecho do requerimento. Além disso, eles também a acusam de usar funcionários da prefeitura para prestarem serviços ao Movimento Gentileza.
 
Visita de Kalil e Ana à Horta Coqueiro Verde, no Bairro Conjunto Paulo VI, em 1° de março
Visita de Kalil e Ana (os dois de camisas brancas) à Horta Coqueiro Verde, no Bairro Conjunto Paulo VI (foto: Edesio Ferreira/EM/D.A Press - 01/03/2022)

No pedido de instauração, a duração prevista para as investigações é de 120 dias, ou seja, quatro meses. Caso seja aprovada, esta seria a terceira CPI aberta na gestão de Kalil, que já passou pela CPI da COVID e da BHTrans, que pediram o indiciamento do prefeito por uma série de crimes.


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