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Estado de Minas REPERCUSSÃO

Kalil festeja ida de Pacheco ao PSD: 'Seria grande nome para a presidência'

Prefeito de Belo Horizonte reforçou apoio a eventual candidatura do senador ao Palácio do Planalto; ideia é desejo da direção nacional pessedista


22/10/2021 19:07 - atualizado 22/10/2021 19:43

Alexandre Kalil, prefeito de BH, e Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, será correligionário de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, do PSD, crê que o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, é um acréscimo positivo aos quadros do partido. Nesta sexta-feira (22/10), o senador anunciou que  vai deixar o DEM para se juntar às fileiras pessedistas.

Ao comentar sobre o novo correligionário, Kalil reforçou o desejo de vê-lo como candidato ao Palácio do Planalto. Ele já havia expressado a vontade em junho.

"Rodrigo Pacheco é um grande quadro da política nacional. Acrescenta muito e seria um grande nome para a presidência da República", disse ele, após ser questionado pelo Estado de Minas .

A ida de Pacheco ao PSD foi motivo de suspense durante meses, desde que o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, fez o convite.

A ideia do ex-prefeito de São Paulo é tê-lo como nome para ser uma espécie de "terceira via" entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Kalil é outro que já reverberou vislumbrar Pacheco como condições de ocupar o posto de alternativa a bolsonaristas e petistas.

Antecedentes


Eleito presidente do Congresso Nacional no início deste ano, Rodrigo Pacheco teve o apoio de amplo cordão de partidos. O PSD esteve no grupo simpático à candidatura do senador mineiro. Uma reunião em Belo Horizonte, na casa de Kalil, amadureceu o apoio dos pessedistas a Pacheco. A relação entre eles tem se estreitado desde então.

No ano passado, contudo, eles  chegaram a trocar farpas durante a eleição municipal.

Em julho, Gilberto Kassab chegou a afirmar que uma hipotética participação de Kalil na eleição para o governo mineiro  pode alavancar o nome de Pacheco em termos nacionais. Se o presidente do Senado for convencido a disputar o Planalto, a ideia é ter candidatos a diversos governos estaduais.

"Esses palanques regionais, tendo Minas como carro-chefe, vão permitir a Pacheco ter uma base de lançamento de sua candidatura muito expressiva", projetou o mandatário.


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