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Estado de Minas APÓS CRÍTICAS DE ZEMA

Pré-candidato, Kalil pede ''respeito e investimentos'' para a Polícia Civil

Prefeito de Belo Horizonte escreveu no Twitter que instituição de segurança pública ''presta relevantes serviços aos mineiros''


05/07/2021 18:39 - atualizado 05/07/2021 20:57

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Fachada da Delegacia da Polícia Civil, na Avenida Jequitinhonha, no Bairro Vera Cruz, Região Leste de Belo Horizonte(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press - 04/03/2021)
Fachada da Delegacia da Polícia Civil, na Avenida Jequitinhonha, no Bairro Vera Cruz, Região Leste de Belo Horizonte (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press - 04/03/2021)
 

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), pediu mais respeito à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e investimento para a corporação. A declaração acontece na esteira das críticas do governador Romeu Zema (Novo) ao Departamento de Trânsito (Detran), vinculado à PCMG.

 

 

 

"A Polícia Civil, há 213 anos, presta relevantes serviços aos mineiros, e precisa de respeito e investimentos", escreveu o pré-candidato à Cidade Administrativa no Twitter.

 

A postagem de Kalil acontece em um momento no qual a categoria tem protestado contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32. O texto tramita no Congresso Nacional, tem autoria do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e trata da reforma administrativa do funcionalismo público.

 

Nessa quinta (1º/7), Romeu Zema criticou o Detran e se posicionou a favor da desvinculação do departamento da polícia.

 

"Nós queremos um Detran mais ágil, um Detran mais transparente, um Detran que resolva as questões dos proprietários de veículos. E não um Detran burocrático, lerdo e, muitas vezes, você sabe, corrupto, que é o maior problema de todos. O que nós queremos é que o Detran venha a ter autonomia e seja uma entidade a parte da Polícia Civil, e não subordinada”, disse à rádio "Itatiaia".

 

Na ocasião, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol) repudiou a declaração de Zema. De acordo com a categoria, há uma defasagem de aproximadamente 50% de pessoal na instituição.

 

O Sindpol também se queixou das condições de trabalho e falta de "recomposição das perdas inflacionárias, sem as promoções e progressões e sem pagamento das férias-prêmio dos aposentados"


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