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Estado de Minas CONGRESSO NACIONAL

Deputado bolsonarista diz que uso de máscara piorou o câncer de Bruno Covas

Giovani Cherini (PL-RS) é vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara; prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu nesse domingo


17/05/2021 16:35 - atualizado 17/05/2021 17:21

Deputado Giovani Cherini (PL-RS) e o presidente Jair Bolsonaro(foto: Reprodução/Facebook)
Deputado Giovani Cherini (PL-RS) e o presidente Jair Bolsonaro (foto: Reprodução/Facebook)
O deputado federal gaúcho Giovani Cherini (PL-RS), vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara, afirmou durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na manhã desta segunda-feira (17/05), que o uso de máscara contra a COVID-19 piorou o estado de saúde do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morto nesse domingo (16/05), vítima de câncer.

“A nação brasileira está sofrendo de ansiedade e sabe por quê? Por causa do uso de máscara. Falaram tanto do nosso querido e saudoso Bruno Covas, de quem eu fui colega na Câmara, a máscara que ele usou durante toda a campanha pode ter prejudicado o câncer que ele teve”, disse o parlamentar.
 
 
Em seguida, o deputado afirmou que “isso é ciência”. “As células precisam de respiração. Isso é ciência, respirar é ciência. Por favor, não vamos misturar alho com bugalho. Saúde é coisa séria, vamos discutir a coisa séria”, pontuou Cherini.

O debate na CCJ sobre o uso de máscara teve início depois que a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) solicitou que a presidente da comissão, Bia Kicis (PSL-DF), usasse a proteção enquanto comandava a reunião. No entanto, Bia disse que só faria o uso de máscara no momento em que não estivesse falando.

O deputado Gervásio Maia (PSB-PB) também pediu que Bia Kicis e o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) usassem a máscara. Porém, ambos alegaram que estavam sem a máscara para falar e beber café e água durante a sessão.

A presidente ainda impediu que a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) rebatesse as falas de Cherini.
 
*Estagiário sob supervisão da editora-assistente Vera Schmitz. 
 


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas

[VIDEO4]

 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


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