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Estado de Minas FEEDBACK

Bolsonaro parabeniza Ernesto Araújo pela liberação das vacinas da Índia

Presidente comemorou nas redes sociais anúncio de que doses da vacina de Oxford/AstraZeneca produzidas na Índia serão exportadas para o Brasil nesta sexta (22)


21/01/2021 16:30 - atualizado 21/01/2021 17:12

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cumprimentou o seu ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pela liberação, por parte da Índia, das doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca e produzidas pelo Serum Institute of India, sediado no país asiático, que serão importadas para o Brasil.

 

“Meus cumprimentos ao @ItamaratyGovBr (Ministério das Relações Exteriores) e @ernestofaraujo (ministro Ernesto Araújo) e servidores pelo trabalho realizado”, postou o presidente junto à reprodução da notícia veiculada pela agência de notícias Reuters com montagem de fotos do presidente com o chanceleres da Índia e do Brasil.

 

 

 

Depois de uma negativa inicial, o governo da Índia decidiu exportar vacinas contra a COVID-19 para o Brasil. Segundo o declarou o secretário de Relações Exteriores indiano à Reuters, as vendas devem começar nesta sexta-feira (21/01).%u2028%u2028

 

O primeiro carregamento vindo da Índia deve desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, neste sábado.

 

O Brasil estava com dificuldades para liberar a carga de 2 milhões de doses da vacina vindas da Índia. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que um avião partiria de Recife para importar as vacinas indianas. Contudo, a Índia suspendeu a exportação de doses até começar a vacinar sua própria população. 

 

Depois disso, o governo indiano divulgou uma lista de seis países para os quais venderia os imunizantes, excluindo o Brasil.

 

O impasse vinha sendo apontado como uma derrota para o chanceler brasileiro. O ministro negou na quarta-feira (20/01), que problemas políticos e diplomáticos tenham atrasado as negociações do Brasil com Índia e China para a importação de ingredientes e de vacinas prontas contra a COVID-19.

 

A condução da política externa do governo Bolsonaro, comandada por Ernesto Araújo, vem sendo responsabilizada pelo empasse na liberação da matéria-prima necessária para a produção nacional.

 

Os laboratórios brasileiros aguardam que a China libere a exportação de dois tipos de ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) produzido em solo chinês. 

 

Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná entre os dias 15 e 18 de janeiro mostra que 35,1% da população enxerga o presidente Jair Bolsonaro como o maior responsável pelo atraso da vacinação no Brasil.


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