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Estado de Minas PANDEMIA

COVID-19: Brasil registra 889 mortes e 25.200 casos em 24 horas

Habitualmente, o balanço divulgado às segundas-feiras contempla número menor de óbitos que a média móvel do país


10/05/2021 20:23 - atualizado 10/05/2021 20:50

Mais de 1 milhão de pessoas seguem internadas em hospitais ou sendo acompanhadas em suas casas(foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)
Mais de 1 milhão de pessoas seguem internadas em hospitais ou sendo acompanhadas em suas casas (foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)
 
O Brasil contabilizou 889 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e chegou a 423.229 óbitos desde o início da pandemia. Os números foram atualizados nesta segunda-feira (10/5) pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass).
 
Habitualmente, o balanço divulgado às segundas-feiras contempla número menor de óbitos que a média móvel do país, que atualmente é de mais de 2,5 mil vidas perdidas por dia.

Aos fins de semana, muitos estados e prefeituras não atualizam os dados, o que normalmente vai ocorrendo nos dias seguintes, gradualmente.

Nas últimas 24 horas, o país teve 25.200 novos casos de infectados, chegando ao total de 15.209.990. A incidência é de 7.237 casos a cada 100 mil habitantes.

A taxa de mortalidade é de 201,4 a cada 100 mil habitantes.
 
O Ministério da Saúde apontou que 13.759.126 pessoas se recuperaram do vírus. Outras 1.027.636 estão em acompanhamento nos domicílios ou em hospitais.

Números por estados


Desde o fim de semana estado de São Paulo estabeleceu duas marcas negativas: ultrapassou 3 milhões de casos (quase 20% de todo o país) e 100 mil mortes (23,8% do território). Foram 55 óbitos e 3.183 infectados nas últimas 24 horas.

Minas Gerais segue sendo o segundo com mais contaminações, 1.416.845, com 36.062 vidas perdidas. O estado registrou 51 mortes e 1.231 casos desde o balanço anterior. 

O Rio de Janeiro chegou a 46.442 mortes e a 786.757 casos. Foram 15 óbitos e 670 casos em 24 horas. 
 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.


Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.

  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.


Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 


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