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Estado de Minas SEGURANÇA E PREJUÍZO

Cidades pedem socorro ao governo após tragédia com rocha em Capitólio

Capitólio, São João Batista do Glória e São José da Barra vão pedir a rápida liberação na navegabilidade da área interditada após mortes


12/01/2022 18:33 - atualizado 12/01/2022 18:58

Autoridades vistoriam local de tragédia em Capitólio
Prefeitos querem rapidez em estudo para liberar a navegabilidade o mais breve possível (foto: Cristiano Machado/Imprensa MG)
Prefeitos de Capitólio e outros dois municípios da região - São José da Barra e São João Batista do Glória - vão pedir socorro ao Governo de Minas Gerais em visita a Belo Horizonte na próxima sexta-feira (14/1). Entre os apelos que os gestores municipais pretendem fazer, está o pedido para que o balneário seja liberado o mais breve possível após tragédia com rocha matou 10 pessoas em Capitólio.

 

Os prefeitos Cristiano Gerardão (Capitólio), Paulo Sérgio (São José da Barra) e Celso Henrique (São João Batista do Glória) tem uma reunião marcada com o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, na sede da Pasta. Um dos pedidos é mapear geologicamente os pontos turísticos do Lago de Furnas. 

 

Outro é a liberação. Os gestores alegam que já está havendo prejuízos das atividades turísticas nos três municípios. As cidades têm no turismo uma grande fonte de renda e pousadas e restaurantes estão praticamente vazios depois da tragédia em plenas férias de janeiro.

 
"Nós sabemos que foi um desastre da natureza, mas nós queremos que todos os turistas que vêm prestigiar nossa região o façam com segurança. A nossa preocupação é trazer medidas que ofereçam segurança. Já tivemos reunião com a Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros e demais entidades ligadas e queremos levar isso às autoridades para balizar as nossas atitudes", afirma Celso Henrique.
  

MPMG

 
O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) abriu inquérito nessa terça-feira (11/01) para apurar se a Prefeitura de Capitólio foi negligente na fiscalização dos cânions do Lago de Furnas. "O MPMG instaurou Inquérito Civil em virtude da tragédia em Capitólio, na região dos cânions, e apura a conduta do Município, especialmente quanto a obrigações de identificação, mapeamento e fiscalização de áreas de risco e manutenção da população informada sobre elas", esclarece o órgão.


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