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Estado de Minas LAGO DE FURNAS

Capitólio: geólogos da polícia vão investigar causa do deslizamento

Profissionais devem concluir se houve ação de terceiros no deslizamento de parte do cânion que matou 10 pessoas no último sábado (8/1)


12/01/2022 17:10 - atualizado 12/01/2022 17:56

Momento do deslizamento de parte do cânion
O deslizamento atingiu três lanchas que estavam no Lago de Furnas (foto: Reprodução/Redes Sociais)
A partir desta quinta-feira (13/1), especialistas em geologia das polícias Civil e Federal vão investigar as causas do deslizamento de parte do cânion, no Lago de Furnas, em Capitólio, no Sudoeste de Minas. A pedra que se desprendeu atingiu uma lancha e matou 10 pessoas no último sábado (8/1).

Segundo a Polícia Civil, em nota divulgada nesta quarta-feira (12/1), dois peritos criminais da corporação também compõem a equipe de investigação da tragédia.
Conforme a PC, o grupo de trabalho deve sair de Belo Horizonte na manhã desta quinta-feira (13/01), para Capitólio.

O delegado Marcos Pimenta explica que o trabalho dos geólogos será analisar se a queda da pedra teve ação de terceiros. "Haverá estudos técnicos para concluir se houve ação de terceiros que culminou na queda da pedra", explicou em um vídeo postado no Instagram da Polícia Civil na última terça-feira (11/1). 



Investigações

Na última terça-feira, a Polícia Civil ouviu o dono da lancha envolvida na tragédia e os prefeitos de Capitólio e São José da Barra. 

Saiba mais: Capitólio: polícia ouve dono de lancha em que estavam vítimas de tragédia

Após reunião com o Corpo de Bombeiros e a Marinha, a polícia divulgou que os barcos afundados serão retirados da água por oficiais da Marinha, mas esta medida ainda não tem data oficial. 

Além de enviar um perito criminal especialista em geologia, a PF também vai escrever o laudo da tragédia junto a PC. 

A área do acidente continua sendo interditada pela Defesa Civil para investigações, mas o Corpo de Bombeiros suspendeu as atividades no ponto turístico. Entretanto, conforme o Delegado, os bombeiros estão “à disposição da Polícia Cívil” para possíveis demandas. 


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