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Estado de Minas NO INTERIOR DE MINAS

Servidores decidem pela volta às aulas presenciais só após 2ª dose

Prefeitura fez votação com servidores da educação, que decidiram pelo retorno às atividades presenciais apenas quando todos estiverem plenamente imunizados


02/08/2021 18:37 - atualizado 02/08/2021 19:11

Cidade decidiu suspender a volta às aulas presenciais após ouvir os trabalhadores de educação(foto: Prefeitura de São Gonçalo do Abaeté/Divulgação)
Cidade decidiu suspender a volta às aulas presenciais após ouvir os trabalhadores de educação (foto: Prefeitura de São Gonçalo do Abaeté/Divulgação)
A Prefeitura de São Gonçalo do Abaeté, Noroeste de Minas, decidiu adiar a volta às aulas presenciais para setembro após ouvir os servidores da educação. A mudança ocorreu após mais de 80% dos trabalhadores da área votarem que o retorno ocorresse apenas após a aplicação da segunda dose da vacina contra COVID-19.
 
"Ainda estamos vivendo um momento crítico, difícil nesta pandemia. Fizemos um levantamento com todos os profissionais e 82% de todos os nossos servidores da educação acharam por bem, por prudência que as aulas presenciais a partir do momento em que todos eles recebessem a segunda dose da vacinação", anunciou o prefeito da cidade com 8 mil habitantes, Fabiano Lucas (PV), em publicação nas redes sociais.
 
O gestor municipal disse que essa vacinação complementar de todos os trabalhadores da educação deve ocorrer ainda neste mês de agosto. "As aulas presenciais vão retornar a partir do dia 13 de setembro", definiu, ao dizer que é pai de filho que está na escola e sabe do prejuízo causado pela pandemia. 
 
"Vamos trabalhar muito para que a gente possa recuperar essa grande perda que teve devido à pandemia. Peço muito a compreensão de vocês", afirmou.
 
 
 

Vacinação na cidade

 

São Gonçalo do Abaeté já aplicou a primeira dose para um número maior do que o estimado para a educação. Segundo o Vacinômetro, do governo estadual, eram esperadas 94 pessoas. Na dose inicial, 154 trabalhadores receberam o imunizante. 

 

A cobertura para a segunda dose está em 49,7%. A prefeitura argumenta que, neste mês, vencem os prazos para que os profissionais possam ser imunizados novamente.


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