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Estado de Minas PANDEMIA

'Já estava na hora', comemoram as particulares sobre volta às aulas em BH

De acordo com a PBH, serão formadas microbolhas de até seis alunos, por três horas, duas vezes por semana. Sindicato critica logística


09/06/2021 17:26 - atualizado 09/06/2021 18:05

Em 3 de junho, a secretaria municipai determinou esse acompanhamento 'personalizado'. Mas os detalhes ainda não foram repassados(foto: Pixabay/ Reprodução)
Em 3 de junho, a secretaria municipai determinou esse acompanhamento 'personalizado'. Mas os detalhes ainda não foram repassados (foto: Pixabay/ Reprodução)


O retorno das aulas presenciais do ensino fundamental já tem data: 21 de junho. O anúncio foi feito pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9/6), na sede da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), para falar sobre a situação da pandemia na cidade.


"O retorno foi muito favorável, recebemos com muita alegria. Já estávamos aguardando essa manifestação, porque o combinado que tínhamos é que aulas do fundamental voltassem três semanas após a infantil. O ensino infantil voltou no dia 26 de abril", disse a presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG), Zuleica Reis.

A discussão sobre o tema ocorreu nesta tarde com o Comitê de Enfrentamento à COVID-19 de Belo Horizonte. Os protocolos, porém, serão divulgados em outro momento.

 

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"Aconteceu exatamente agora no comitê, nem conversamos com a Secretaria de Educação. A ideia é liberar até 12 anos em esquema de microbolhas, com permanência de três horas, somente a partir do dia 21. Já é uma oportunidade de socialização dessas crianças", disse o secretário municipal de Saúde de BH, Jackson Machado Pinto.

Em 3 de junho, a Secretaria Municipal de Educação determinou esse acompanhamento 'personalizado'. Mas os detalhes ainda não foram repassados. 

Entretanto, Zuleica criticou o protocolo que ainda não foi esclarecido. "O que estamos querendo com o fundamental é uma porcentagem de 50% presencial e 50% remoto. Temos que elaborar uma logística que vá atender as famílias ", disse.  O Sinep sugere que ocorra uma escala semanal.

Ela ainda acrescentou: "Queremos rodízio semanal de forma híbrida, com metade da turma remotamente. As escolas particulares já estão preparadas para esse tipo de ensino. Se a escola pública não, liberem a particular", finalizou.

O Sinep já tinha uma reunião marcada com a Defensoria Pública na próxima segunda-feira (14/6). "Vamos manter, até porque a logística não está clara", finalizou. 

 

 

 

 


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