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Estado de Minas SISTEMA PRISIONAL

Derrubado a tiros drone que levava celulares a penitenciária em Uberlândia

Policiais penais perceberam drone que levava smartphones, baterias de celulares, cabos USB, pedaços de serra, fones de ouvido, carregadores e chips


08/04/2021 11:13 - atualizado 08/04/2021 11:27

Drone, celulares e até serras seriam jogados na penitenciária(foto: Divulgação/Sejusp-MG)
Drone, celulares e até serras seriam jogados na penitenciária (foto: Divulgação/Sejusp-MG)
Policiais penais
derrubaram a tiros um drone que sobrevoava a Penitenciária de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Com o equipamento, foram encontrados telefones celulares, carregadores e até serras, que seriam jogados dentro da unidade. Ninguém foi preso.

Foi durante a vigia que um dos policiais penais avistou um drone sobrevoando a área de pavilhões da unidade prisional. Ele acionou os demais colegas, via rádio, e a equipe efetuou disparos de arma de fogo para abater o equipamento, que foi derrubado.

O drone tinha uma caixa pendurada e nela estavam quatro smartphones, quatro baterias de celulares, quatro cabos USB, quatro pedaços de serra, três fones de ouvido, três carregadores e dois chips.

Depois de ser baleada, a aeronave soltou a caixa com os objetos que carregava em uma mata próxima à penitenciária da unidade prisional. O drone também foi recuperado, passará por uma manutenção e retornará para a penitenciária para ser usado no patrulhamento aéreo do local, que já conta com um equipamento igual para operações de segurança.

Buscas foram feitas no entorno da unidade prisional para encontrar o operador, que poderia estar a algumas centenas de metros do local, mas o suspeito não foi encontrado.

“Esse tipo de delito, com uso de drones, tem sido frequente para tentar burlar a segurança nas unidades prisionais do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG). Contudo, com a vigilância constante executada pelos policiais penais, podemos demonstrar a forte presença do Estado, atuando para reprimir e assim garantir a manutenção da segurança e disciplina no ambiente prisional”, afirmou o diretor-geral, Marcus Vinícius Silva.

Os celulares e os acessórios, além das serras, foram encaminhados para a Polícia Civil, que fica a cargo das investigações criminais.


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