
No último sábado (3/4), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Kassio Nunes Marques, concedeu uma liminar para liberar cultos e missas presenciais em todo o país. Kalil passou por cima da decisão e disse, em seu Twitter, que “vale o decreto do prefeito”.
Em Belo Horizonte, acompanhamos o Plenário do Supremo Tribunal Federal. O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais.
%u2014 Alexandre Kalil (@alexandrekalil) April 3, 2021
Muitos bolsonaristas foram contra a decisão do prefeito de BH, entre eles o deputado federal Junio Amaral (Aliança pelo Brasil). Ele publicou um tuíte dizendo: “Ministro Nunes Marques deu 24h para o boca murcha de BH se explicar sobre sua insubordinação pública. Autorizou também a intervenção da PF sobre qualquer agente municipal que tentar impedir cultos e missas. Quero ver se o ditadorzinho é mesmo o todo poderoso que diz ser”, escreveu. A mensagem foi compartilhada por Eduardo Bolsonaro.
*Via @cabojunioamaral:
%u2014 Eduardo Bolsonaro%uD83C%uDDE7%uD83C%uDDF7 (@BolsonaroSP) April 4, 2021
Min.Nunes Marques deu 24h para o boca murcha de BH se explicar sobre sua insubordinação pública. Autorizou tb a intervenção da PF sobre qualquer agente municipal q tentar impedir cultos e missas. Quero ver se o ditadorzinho é mesmo o todo poderoso q diz ser pic.twitter.com/FPVHDdx4zj
Apesar de as palavras serem de outro deputado, Eduardo já usou-as em outras ocasiões contra Kalil. “Parabéns BH, pela reeleição deste belo projeto de ditador, ou melhor, prefeito”, escreveu no Twitter, ao publicar um vídeo com um trecho da entrevista do prefeito no programa Roda Viva.
