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Estado de Minas LESTE DE MINAS

COVID-19: Governador Valadares adia volta às aulas para 26 de abril

A intenção da Prefeitura era reiniciar as aulas semipresenciais em Valadares em 22 de março, mas o agravamento dos casos de COVID-19 provocaram o adiamento


12/03/2021 18:34 - atualizado 12/03/2021 19:37

A presidente do Sinsem-GV, Sandra Perpétuo, durante reunião com o prefeito André Merlo e assessores, em 01/03, quando ela demonstrou preocupação com a volta às aulas(foto: Divulgação PMGV)
A presidente do Sinsem-GV, Sandra Perpétuo, durante reunião com o prefeito André Merlo e assessores, em 01/03, quando ela demonstrou preocupação com a volta às aulas (foto: Divulgação PMGV)
A volta às aulas na rede municipal de ensino de Governador Valadares, marcada para 22 de março, foi adiada para 26 de abril por causa do agravamento da pandemia do novo coronavírus na cidade e na Região Leste de Minas.

O comunicado da Prefeitura, foi compartilhado nas redes sociais pelos professores, pessoal da educação e familiares, com um certo alívio.

"Em razão da pandemia do novo coronavírus, a Secretaria Municipal de Educação alterou para o dia 26 de abril a previsão de retorno às aulas semipresenciais nas escolas municipais. A decisão foi discutida com multiprofissionais educação e saúde e leva em conta a saúde dos alunos e seus familiares. Enquanto isso, os alunos continuarão com as aulas remotas on-line e pela TV Educação a transmissão das aulas", informou a Prefeitura.

A TV Alterosa transmite o ensino remoto por meio da TV Educação, proporcionando a várias crianças que não têm computador em casa a oportunidade de assistir às aulas. Os pais devem sintonizar o canal 13.2 na TV digital.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV) informou que o adiamento da reinício da aulas também tem a ver com os pedidos feitos pelo sindicato.

Sandra Perpétuo, presidente do Sinsem-GV, disse que a situação nas escolas é grave. "Faço parte da comissão que avalia as escolas, de acordo com os protocolos de segurança da Fiocruz. Embora os gestores tenham se esforçado, nenhuma das escolas conseguiram cumprir os protocolos para um retorno seguro", disse.

Ela disse que têm ocorrido muitos casos de contaminação de professores, que são obrigados pelos diretores a irem às escolas.

"As denúncias já chegaram ao sindicato com indicação de contágio. Estamos tomando providências. Inicialmente, optamos pelo diálogo para impedir essa ação. Se não bastar, tomaremos medidas judiciais", disse.


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