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Estado de Minas LESTE DE MINAS

Sindicato vai à Justiça por suspensão de aulas presenciais em Valadares

O Sindicato do Professores de Minas Gerais pediu na Justiça a paralisação das aulas presenciais em Valadares por causa dos casos de COVID-19 entre professores


04/03/2021 21:04 - atualizado 04/03/2021 22:15

Ambulância na porta da Policlínica Municipal de Governador Valadares. A cada dia surgem mais casos de COVID-19, o que tem preocupado a direção do Sinpro(foto: Tim Filho/Esp. para o EM)
Ambulância na porta da Policlínica Municipal de Governador Valadares. A cada dia surgem mais casos de COVID-19, o que tem preocupado a direção do Sinpro (foto: Tim Filho/Esp. para o EM)
O Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro), Regional de Governador Valadares, aguarda decisão judicial sobre um pedido de tutela cautelar antecedente que impetrou na semana passada, para paralisar as aulas presenciais nas escolas da cidade. O pedido se justifica no risco de contaminação de professores e profissionais da educação pelo novo coronavírus.
 
Os casos de COVID-19 registrados em duas escolas tradicionais da cidade e divulgados na quarta-feira (3/3) preocuparam ainda mais o sindicato. Hélcia Quintão, diretora do Sinpro, disse que no fim da tarde desta quinta-feira (4/3), a diretoria recebeu denúncias de mais duas professoras infectadas com o novo coronavírus.
 
Essas duas professoras, segundo ela, lecionam em uma escola tradicional de Valadares. Assim, a situação se tornou ainda mais preocupante e, segundo Hélcia, o sindicato vai agir para paralisar as aulas nas escolas particulares.
 
Nesta semana, o Sinpro se reuniu com a Procuradoria-Geral do Município de Governador Valadares, pedindo a suspensão das aulas presenciais. Hélcia explicou que os pedidos feitos pelo sindicato à PGM não foram acatados, sob a alegação de que era preciso esperar uma decisão da Justiça sobre o assunto.

Retorno seguro


Como não podia esperar a decisão da prefeitura, o sindicato entrou com um pedido de tutela cautelar antecedente e agora espera a decisão do juiz. 

"Quero salientar que o Sinpro não é contra o retorno das aulas presenciais, porque todos nós queremos voltar à normalidade, não é? Mas entendemos que este não é o momento. Com a alta do número de casos de COVID-19, com o surgimentos de novas variantes do novo coronavírus, queremos que todos os professores sejam vacinados para termos um retorno seguro", disse Hélcia Quintão.
 
 


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